São Paulo Sobe para 11 o número de mortos em ataque a banco em Guararema

Sobe para 11 o número de mortos em ataque a banco em Guararema

Cerca de 25 homens entraram na cidade fortemente armados e trocaram tiros com a polícia. Parte do grupo é procurada pela Rota na região de mata

  • São Paulo | Do R7

Agências bancárias foram atacadas durante a madrugada em Guararema

Agências bancárias foram atacadas durante a madrugada em Guararema

Jonny Ueda/Futura Press/Estadão Conteúdo - 04.04.2019

Subiu para onze o número de mortos no ataque a caixas eletrônicos de dois bancos em Guararema, na região metropolitana de São Paulo, às 4h15 nesta quinta-feira (4). Cerca de 25 homens entraram na cidade fortemente armados e trocaram tiros com a polícia. 

Após a ação, diversas balas e explosivos ficaram espalhados pelo chão. No momento, a perícia trabalha na demarcação do local. A polícia militar confirmou também a prisão de um preso pelo COE (Comando de Operações Especiais da Polícia Militar).

O tenente-coronel da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), Mário Alves, informou que os homens que compõem o grupo responsável pelo ataque são procurados pela polícia na mata do município.

As informações são da repórter da Record TV que está no local do crime, Marcela Varasquim. O tenente-coronel disse ainda que o grupo já cometia assaltos na região metropolitana do Estado.

Segundo Alves, o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) de Sorocaba informou à Polícia Militar sobre a possibilidade de um ataque a caixas eletrônicos de dois bancos na cidade de Guararema, na madrugada desta quinta-feira.

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A investigação em curso do Gaeco fez com que a Rota desse início ao patrulhamento no município. Os homens chegaram às agências bancárias, localizadas no centro do município, por meio de estradas de terra.

A Rota chegou a montar campana e realizar rondas, na tentativa de inibir o ataque, mas os homens realizaram outra rota para o assalto. Nesse trajeto, segundo o coronel, houve o primeiro confronto entre os homens e a polícia.

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Ao ouvir as explosões, as equipes da Rota foram até o local, onde houve troca de tiros. Segundo o tenente-coronel, o grupo portava explosivos, metralhadoras, revólveres e coletes táticos. No total, ocorreram três confrontos com a polícia — um deles na casa de família mantida refém pelos homens.

Segundo a Rota, um dos veículos conseguiu fugir e está sendo procurado pela polícia.

O Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais) também foi acionado para averiguar os artefatos explosivos que ficaram espalhados pelo chão, nas redondezas das agências bancárias onde ocorreram os ataques.

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