Coronavírus

São Paulo SP adota hospitais de catástrofe. Veja medidas desta quinta (18)

SP adota hospitais de catástrofe. Veja medidas desta quinta (18)

Prefeitura anunciou novas iniciativas de combate à pandemia de covid-19 em coletiva esta manhã. Confira os principais anúncios

  • São Paulo | Do R7

Ruas vazias no bairro da Liberdade, no centro de São Paulo

Ruas vazias no bairro da Liberdade, no centro de São Paulo

SUAMY BEYDOUN / AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA / ESTADÃO CONTEÚDO - 15.03.2021

A prefeitura de São Paulo vai adotar o que chamou de hospitais de catástrofe entre as medidas para conter o agravamento da pandemia de covid-19 na capital. Além da medida, serão antecipados cinco feriados municipais para manter os trabalhadores em casa.

Hospitais de catástrofe

Segundo o anúncio da prefeitura paulistana, três hospitais de catástrofe na cidade serão direcionados ao tratamento de pacientes com covid-19.

As unidades serão implementadas nas próximas 24 horas no Jabaquara, na zona sul (100 leitos de UTI e 260 de enfermaria), em Itaquera, na zona leste (130 leitos de UTI e 50 de enfermaria) e na Vila Maria, com mais 100 leitos. Ao todo, serão 640 novos leitos abertos.

O hospital de Itaquera terá seus pacientes com outras doenças que não a covid-19 transferidos para outras áreas. A maternidade da unidade, referência na área, também será transferida, informou o secretário Edson Aparecido.

Feriadão

A gestão de Bruno Covas (PSDB) irá antecipar cinco feriados - dois de 2021 e três de 2022 - a fim de criar um "feriadão" no qual os trabalhadores da capital paulista poderão ficar em casa e barrar o avanço do novo coronavírus na cidade.

Datas antecipadas

Os feriados serão antecipados para o período entre sexta (26) e quinta-feira (1º) e vão emendar com o período de Páscoa. 

Rodízio de veículos

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Os horários do rodízio na capital paulista mudaram. A partir da próxima segunda-feira (22), em vez de vigorar das 7h às 10h e das 17h às 20h, como normalmente, o rodízio passa a valer das 20h às 5h.

Auxílio emergencial

O prefeito também disse que autorizou a utilização de R$ 500 milhões de despesas da cidade para o auxílio emergencial aos paulistanos.

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