São Paulo SP: ajudante é morto a tiros ao descarregar mercadorias no Brás

SP: ajudante é morto a tiros ao descarregar mercadorias no Brás

Vítima, de 21 anos, trabalhava como ajudante e foi baleada quando descarregava mercadorias na manhã desta sexta-feira (3)

  • São Paulo | Do R7, com informações da Agência Record

Jovem de 21 anos foi morto em tentativa de assalto no Brás, centro de SP

Jovem de 21 anos foi morto em tentativa de assalto no Brás, centro de SP

Reprodução/Record TV

O ajudante Luan Guilherme da Silva, de 21 anos, foi baleado e morto durante um assalto ocorrido na manhã desta sexta-feira (3), enquanto coletava mercadoria de tecidos no Brás, importante região comercial no centro de São Paulo.

A Polícia Militar foi acionada às 10h58 para a rua Barão de Ladário, altura do número 536, para uma ocorrência de disparo de arma de fogo. Porém, quando chegou ao local, encontrou o jovem caído no chão, ferido causado por arma de fogo na região do tórax.

O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionado e encaminhou a vítima, já em estado grave, para o Pronto Socorro do Tatuapé. Mas, o rapaz não resistiu aos ferimentos e morreu.

O motorista do caminhão, Josevaldo da Silva Pereira, contou que Luan era seu ajudante, contratado para auxiliá-lo no embarque e desembarque dos pacotes. A função de ambos era passar nas lojas, recolher mercadorias e levá-las até a empresa Braspress. No entanto, e disse que não presenciou o momento do crime, pois estava coletando cargas para trazer ao caminhão.

Josevaldo afirmou que estacionou o caminhão, por volta das 8h, na rua Júlio Ribeiro, esquina com a Barão de Ladário, e começou a recolher as cargas para levar ao veículo. Ele acrescentou que entrou no Shopping Mega Polo para buscar mercadorias e utilizar o banheiro.

Enquanto isso, Luan continuava no carro ajeitando as cargas que estavam no baú do caminhão. Ao sair na porta do shopping, um conhecido disse "corre lá porque atiraram no seu menino". Josevaldo correu até o caminhão e viu, metros adiante, Luan caído no chão.

Segundo o motorista Josevaldo, a vítima do latrocínio (roubo seguido de morte) era uma boa pessoa, sem vícios, ajudava a família e não aparentava ter inimigos.

Investigação

O caso foi registrado como roubo seguido de morte, ou latrocínio, no 8º Distrito Policial, do Brás, e encaminhado ao 12ºDP, do Pari, onde será investigado.

Uma equipe de investigação foi encaminhada ao endereço e, segundo apurado por eles no local, o crime foi praticado por três suspeitos. Circuitos de segurança flagraram os envolvidos e foram colhidos pela Polícia Civil.

Um deles usava roupa branca, calça escura, tênis preto com cadarço branco e boné escuro. Esse foi quem fugiu carregando um carrinho de transporte contendo alguns pacotes.

Um segundo comparsa usava boné preto, camiseta preta, calça jeans azul e máscara preta. O terceiro foi visto correndo e estava de camiseta azul, calça jeans azul e tênis azul escuro.

Segundo o Coronel Antônio Marin, gerente nacional de gerenciamento de riscos da BrasPress, a dupla conseguiu roubar alguns volumes de mercadoria que estavam no carrinho utilizado por Luan. Todos continham confecçoes, como tecido e roupas.

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