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São Paulo SP começará vacinação de policiais e professores contra a covid-19

SP começará vacinação de policiais e professores contra a covid-19

Agentes de segurança serão imunizados a partir de 5 de abril, e profissionais da educação recebem vacina a partir de 12 de abril

  • São Paulo | Do R7

Resumindo a Notícia

  • Estado de São Paulo começará a vacinar professores e policiais contra a covid-19
  • Anúncio foi feito pelo governador João Doria (PSDB), na manhã desta quarta-feira (24)
  • Agentes de segurança começam a ser imunizados em 5 de abril; são 180 mil pessoas
  • Profissionais da educação de escolas públicas e privadas serão vacinados a partir de 12 de abril
Professores e policiais entram na fila da vacina

Professores e policiais entram na fila da vacina

Danilo M Yoshika/Futura Press/Estadão Conteúdo - 16.02.2021

O Estado de São Paulo começará a vacinar professores, profissionais da educação, policiais e agentes de segurança contra a covid-19 a partir do dia 5 de abril. O anúncio foi feito pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), nesta quarta-feira (24).

Nesta data, serão imunizados os policiais e, uma semana depois, a partir de 12 de abril, será a vez dos trabalhadores do ensino. 

"Feliz em poder anunciar que vamos começar a vacinação de professores e policiais contra Covid-19 no Estado", escreveu Doria em suas redes sociais.

Veja o calendário de vacinação contra a covid-19 em São Paulo

Veja o calendário de vacinação contra a covid-19 em São Paulo

Divulgação/Governo de São Paulo

Policiais e agentes

No caso da segurança pública, o governador enfatizou a importância de protegê-los por estarem na linha de frente.

“São 180 mil profissionais que atuam no estado de São Paulo, que estão na ativa, na proteção à população, na ajuda aos profissionais de saúde, e garantem os serviços essenciais. São policiais militares, bombeiros, policiais civis, policiais da Polícia Científica, agentes de segurança, agente de escolta, além das guardas civis metropolitanas municipais”, explicou.

Trabalhadores da educação

No caso dos profissionais da educação, a imunização começa uma semana depois dos agentes de segurança, em 12 de abril. “São 350 mil profissionais que atuam no estado de São Paulo, da creche ao ensino médio. [...] Professores, diretores de escola, inspetores e profissionais que trabalham nas redes municipal, estadual e privada”, resumiu Doria.

O secretário estadual de educação, Rossieli Soares, disse que "hoje é um dia de emoção" e "de esperança para o professor que quer voltar e sabe da importância da educação". Em seguida, registrou que o ensino "é a única coisa que vai mover a sociedade para outro patamar". A vacinação, porém, terá regras específicas num primeiro momento.

A partir de 12 de abril, começam a receber as doses as pessoas com idade a partir de 47 anos, da educação infantil ao ensino médio, das redes pública, estadual e privada. No caso da rede privada, serão exigidos os contracheques dos últimos dois meses para fins de comprovação.

"Serão 350 mil profissionais com 47 anos ou mais, o que representa 40% dos profissionais da Educação Básica atuantes em todo o Estado", afirmou Soares.

Pior momento da pandemia

São Paulo vive seu momento mais crítico em toda a pandemia. Apenas nesta semana, os recordes diários de mortes e internações por covid-19 foram ultrapassados no Estado.

Prestes a completar um ano de quarentena, o governo marcou a atual fase emergencial em todo o Estado, ainda mais restritiva que a anterior: funcionam somente as atividades essenciais, com horários reduzidos. Esta etapa durará até o próximo dia 30 (terça-feira). Com taxa de ocupação de leitos de UTI em mais de 90%, a expectativa é que a medida seja prorrogada.

Neste contexto e diante do feriado prolongado de dez dias na cidade de São Paulo, nove municípios do litoral paulista decretaram lockdown de 13 dias, a partir desta terça-feira (23), com circulação permitida somente para a compra de remédios, atendimento ou socorro médico de pessoas ou animais, embarque e desembarque em terminal rodoviário, atendimento de urgências e necessidades inadiáveis.

Quem descumprir as regras do lockdown estará sujeito a multas que variam de R$ 300 a R$ 10 mil, informa a prefeitura de Santos.

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