Coronavírus

São Paulo SP fecha 716 festas clandestinas e comércios em fase emergencial

SP fecha 716 festas clandestinas e comércios em fase emergencial

Governo cogitava prorrogar etapa emergencial, mas não anunciou novas restrições em coletiva de imprensa desta quarta-feira (24)

  • São Paulo | Do R7

Governo de SP fecha estabelecimentos que promovem festas clandestinas

Governo de SP fecha estabelecimentos que promovem festas clandestinas

Divulgação / Governo de SP

A força-tarefa criada pelo governo de São Paulo para fiscalizar estabelecimentos que desrespeitam as determinações do plano de flexibilização econômica fechou mais 716 festas clandestinas e comércios durante fase emergencial em 14.495 fiscalizações. A informação foi dada nesta quarta-feira (24), durante coletiva de imprensa com o governador João Doria (PSDB), no Palácio dos Bandeirantes. 

A força-tarefa é composta por agentes de órgãos do governo do Estado para reforçar o trabalho de fiscalização dos municípios e o cumprimento das regras previstas no Plano São Paulo. O objetivo é coibir festas clandestinas e aglomerações em estabelecimentos comerciais irregulares.

"Ontem tivemos a reunião geral deste grupo denominado força-tarefa e verificamos que em muitas destas festas, além de provocarem aglomerações, e com isso estimularem a infecção e lamentavelmente também a propensão ao óbito, também há bebidas falsas, tráfico de entorpecentes e prostituição infantil", afirmou Doria.

Neste período, a Polícia Militar atuou em diversos pontos da capital, com orientações para dispersão de aglomerações. Foram abordadas mais de 300 mil pessoas, sendo 444 delas detidas.

A Vigilância Sanitária Estadual inspecionou 7.216 estabelecimentos comerciais, dos quais 263 foram autuados. O Procon-SP, por sua vez, vistoriou 4.176 estabelecimentos comerciais. Destes, 298 foram autuados por desrespeito à regra de restrição de circulação, uso obrigatório de máscaras e distanciamento social.

O Comitê de Blitze, criado em 12 de março, conta com a atuação da Guarda Civil Metropolitana e da Covisa (Coordenadoria da Vigilância Sanitária) pela Prefeitura de São Paulo. O Governo do Estado integra o grupo com profissionais da Vigilância Sanitária, Procon-SP e das Polícias Civil e Militar. As ações ocorrem em diversos pontos da capital para evitar possíveis ações irregulares. 

Equipes da Vigilância Municipal, compostas por agentes da Covisa, em conjunto com viaturas da Guarda Civil Metropolitana, participaram na vistoria de 1.395 estabelecimentos, dos quais 431 foram fechados e 15 lacrados.

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