São Paulo SP: Polícia Civil apreende 30 mil produtos falsificados em operação

SP: Polícia Civil apreende 30 mil produtos falsificados em operação

Ação deflagrada pelo Deic, nesta quinta-feira (15), vistoriou centros comerciais em várias regiões da capital e da Grande SP

  • São Paulo | Do R7

Deic apreende 30 mil itens falsificados em operação contra pirataria

Deic apreende 30 mil itens falsificados em operação contra pirataria

Divulgação/Polícia Civil de São Paulo

Policias civis da 1ª Delegacia Antipirataria do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) aprenderam mais 30 mil itens de produtos falsificados, nesta quinta-feira (15), em ações deflagradas em centros de comércio popular nas zonas central, leste e norte de São Paulo.

Em um dos locais vistoriados, os agentes encontraram perfumes piratas que, devido à falta de critérios de fiscalização, podem comprometer a saúde do consumidor.

Após a operação, os perfumes que imitavam diversas marcas internacionais estavam guardados em um conjunto comercial na rua doutor Efson de Melo, na Vila Maria, na zona norte.

A equipe também apreendeu relógios e estojos com grifes estampadas para condicioná-los, canetas, caixas, bolsas, sacolas, óculos e estojos. A contagem relevou um total de 10 mil itens apreendidos.

O responsável pelos produtos foi levado para a delegacia, onde prestou declarações sobre as atividades no inquérito que apura crimes contra saúde pública e contra propriedade industrial.

Ações em várias regiões da cidade

As equipes da 1ª  DIG  estiveram também  na rua Itapura de Miranda, na Sé, região central da capital paulista. No imóvel, foram apreendidos 1.037 brinquedos. Na avenida Senador Queiroz, na mesma região, houve uma apreensão de 3.195 estojos com marcas de grifes estampados.

Os policiais também realizaramapreensões de 415 peças de vestuário e de um rolo contendo 21.545 estampas. O material estava em um imóvel na rua Rio Bonito, no Pari, na zona leste. Outras 1.000 peças de roupas foram encontradas e um depósito na rua Helena, em Poá, na Grande São Paulo.

Os responsáveis pela comercialização dos produtos foram ouvidos em inquéritos que apuram crimes contra a propriedade industrial. O material passará por perícia.

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