São Paulo SP: prisão de cunhado após morte de vendedora choca família

SP: prisão de cunhado após morte de vendedora choca família

Esposa do suspeito e irmã da vítima foi à delegacia. Investigadores cogitam relacionamento amoroso ou dívida entre vítima e detido

  • São Paulo | Do R7, com informações da Record TV

Ana Paula Matos, executada a tiros em rua do Brás, no centro de São Paulo

Ana Paula Matos, executada a tiros em rua do Brás, no centro de São Paulo

Reprodução/Record TV

A prisão do suspeito de ser o mandante da morte de uma vendedora no centro de São Paulo chocou a família da vítima. José Santana, de 45 anos, é cunhado de, Ana Paula Matos, executada em uma rua do Brás no mês de dezembro. Ele foi detido na zona norte da cidade nesta quarta-feira (13) e chegou à delegacia de cabeça baixa e em silêncio.


Familiares dizem que não tinham imaginavam a possibildade de envolvimento do suspeito no caso. “Não tinha. não tinha. Eu não sabia, não tinha noção”, diz Maria Aparecida, uma das irmãs da vítima.

A motivação do crime ainda não foi esclarecida.Ana Paula voltava do trabalho quando foi baleada à queima roupa. O assassino já sabia o trajeto que ela faria e aguardava a vítima no caminho de casa. Ana Paula levou três tiros e morreu na hora. Ele e um outrou homem foram presos na semana passada. Segundo a polícia, o atirador confessou que foi contratado para executar a vendedora.



José Santana é casado com a irmã de Ana Paula há mais de sete anos. Os investigadores suspeitam que ele tinha um relacionamento extraconjugal com a vítima. A polícia também trabalha com a hipótese de que José seria um agiota e Ana Paula devia dinheiro a ele.

O suspeito negou as acusações, mas vai permanecer preso até que o caso seja esclarecido. Segundo a polícia, ele mantinha uma relação de amizade com o executor. Os investigadores trabalham com a hipótese de que o atirador teria uma dívida com o mandante.



A esposa do suspeito esteve na delegacia, mas não falou com a imprensa. "Ela falou que não sabia de nada, que ele tinha feito isso", conta Maria Aparecida, a outra irmã de Ana. "Ele foi na minha casa no ano novo, participou, abraçou a família, mãe, meus irmãos. Ajudou a levar a gente no Brás, pra ver ela lá no chão. Como pode uma coisa dessas?", lamentou.

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