SP: Três homens são baleados em comunidades vizinhas na zona leste

Crimes aconteceram em intervalo de poucos minutos e em pontos com cerca de 1 km de distância um do outro. Mas polícia não vê ligação entre os casos

Três pessoas foram baleadas em dois pontos diferentes

Três pessoas foram baleadas em dois pontos diferentes

Reprodução

O final da noite desta terça-feira (15) registrou três vítimas de arma de fogo em duas comunidades com distância de cerca de um quilômetro uma da outra, na região de Sapopemba, periferia da zona leste de São Paulo, em poucos minutos de diferença, com abordagens parecidas.

Um dos pontos, na entrada da comunidade conhecida como Favela da Ilha, que fica na margem da avenida do Oratório, um homem foi baleado e morreu no local.

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Na outra comunidade, em uma viela da rua Salvador de Mesquita, outros dois homens foram baleados. Segundo a SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo), um deles morreu no local e o outro foi socorrido e levado com vida para o Pronto Socorro do Hospital de Sapopemba. Não há informações do estado de saúde dele.

Testemunhas relataram ao R7 que, em ambos os casos, homens de preto e encapuzados chegaram armados e dispararam contra as vítimas. No homicídio que aconteceu na Favela da Ilha, segundo relatos à reportagem, quatro homens entraram na comunidade, abordaram algumas mulheres e teriam perguntado quem estava traficando. em seguida, foram sentido interior da comunidade e mataram um homem que estava na rua.

Pessoas que estavam no local relataram que viram os homens em um carro sedã, sem precisar o modelo do veículo, da cor prata. No dia anterior, conforme as mesmas testemunhas, outros homens teriam ido na comunidade e tirado fotos.

Na comunidade vizinha, onde outros dois homens foram baleados, testemunhas relataram que os criminosos chegaram em um veículo sedã prata, também sem distinguir o modelo do carro, e uma motocicleta. Três homens de preto e encapuzados adentraram a viela e dispararam contra as duas vítimas.

Apesar de terem acontecido em localidades próximas, em curto espaço de tempo, e com abordagens similares, o DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa), da Polícia Civil, responsável por investigar os casos, disse que não há ligação entre os crimes.