São Paulo Suspeito de enviar buquê de flores com bomba presta depoimento

Suspeito de enviar buquê de flores com bomba presta depoimento

Homem foi preso na última terça-feira (2) suspeito de enviar uma bomba para ex-namorada, na região metropolitana de São Paulo

  • São Paulo | Carolina Lopes, da Agência Record, com informações da Record TV

Resumindo a Notícia

  • Mulher ficou internada após receber um buquê de flores com bomba na Grande SP
  • Principal suspeito do crime é o ex-namorado dela, que foi preso na última terça-feira (2)
  • Nesta quinta-feira (4), o suspeito prestou depoimento na Polícia Civil
Buquê explosivo enviado em SP

Buquê explosivo enviado em SP

Reprodução / Record TV

O suspeito de ter enviado um buquê de flores com explosivo para ex-namorada, Eduardo Larazin, prestou depoimento na delegacia de Francisco Morato, na região metropolitana de São Paulo nesta quinta-feira (4).

Ele é o principal suspeito de ter enviado o explosive para a operadora de telemarketing Edileuza Ramalho, de 49 anos, no último de 5 de janeiro. Eduardo foi detido na última terça-feira (2).

Eduardo aguardava na Cadeia Pública de Cajamar, também na região metropolitana de São Paulo, para ser ouvido pela Polícia Civil de Francisco Morato, responsável por investigar o caso.

A delegacia informou que o homem permanece preso, no entanto, não divulgou o conteúdo de seu depoimento.

Após sofrer o ataque, Edileuza chegou a ficar dez dias internada e ficou com sequela na audição ao receber alta do hospital. Ela suspeitava desde o início do ex-namorado Eduardo, que já havia a ameaçado no fim do relacionamento.

Eduardo foi reconhecido na floricultura de onde o buquê foi enviado e, de acordo com a esposa, foi ele mesmo quem produziu o artefato explosivo que quase tirou a vida de Edileuza, com quem teve um relacionamento extraconjugal.

A Justiça já havia acatado o pedido de prisão temporária do suspeito, que foi indiciado por tentativa de homicídio e ameaça.

De acordo com a delegada Marilda Romani, responsável pela prisão, Eduardo não tinha intenção de se entregar e planeava até fugir do país. "Não iria se entregar jamais, a cultura dele é de não se entregar. Ele pretendia fazer uma vida fora, quiçá até fora do Brasil. Então, estávamos com monitoramento total sobre ele, todos os equipamentos policiais à disposição, mais as informações, monitoramento de campo, até que hoje nós obtivemos esse êxito em prendê-lo em São Paulo".

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