São Paulo Suspeito morre após fazer família refém em São Paulo

Suspeito morre após fazer família refém em São Paulo

Vítima e um comparsa roubaram a motocicleta de um casal e, na tentativa de fugir da polícia, entraram na casa onde a família foi feita refém

  • São Paulo | Edilson Muniz, da Agência Record

Suspeitos tentavam fugir da polícia e entraram na casa da família

Suspeitos tentavam fugir da polícia e entraram na casa da família

Reprodução/Google Street Views

Um suspeito morreu após trocar tiros com a Polícia Militar enquanto fazia uma família refém na rua Itapaiuna, no bairro da Vila Andrade, zona sul de São Paulo na madrugada desta sexta-feira (13). Um segundo suspeito fugiu do local.

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De acordo com a Polícia Militar, dois homens abordaram um casal que estava em uma motocicleta pela avenida Miguel Yunes, e anunciaram o assalto. Os criminosos pegaram a moto e os pertences das vítimas, sob ameaças contra o casal.

Uma base da Polícia Militar ficava bem próxima ao local do crime e a Polícia Militar foi acionada. Os agentes iniciaram uma perseguição para tentar prender os criminosos.

O acompanhamento durou cerca de 15 minutos quando, pelo endereço indicado, o suspeito sofreu uma queda de moto e entrou em uma residência para se esconder. O segundo suspeito conseguiu fugir.

O suspeito invadiu a casa de uma segunda família, que foi feita refém por cerca de 20 minutos. Não há informações sobre a quantidade de pessoas que integram a família, já que, por medo, eles deixaram a casa e não foram localizados.

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O homem tentou fugir da residência e trocou tiros com a Polícia Militar. Ele foi atingido quando estava na escada do quintal e o resgate foi acionado. Ele chegou a ser encaminhado ao pronto socorro do Hospital Campo Limpo, mas não resistiu e morreu.

O dono da motocicleta é um garçom que voltava para casa com a esposa quando foram abordados. A mulher contou que o duspeito colocou a arma na cabeça em sua cabeça e pegou os pertences. A mochila não foi recuperada até o momento e nenhum dos dois ficou ferido.

Foi solicitada perícia e o endereço segue sendo preservado pela Polícia Militar. A arma foi apreendida e o caso será encaminhado ao DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) por se tratar de uma morte em decorrência de intervenção policial.

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