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Saúde Após queixa do Butantan, Anvisa libera matéria-prima da CoronaVac

Após queixa do Butantan, Anvisa libera matéria-prima da CoronaVac

Instituto paulista necessita de importação de insumos para iniciar produção da vacina contra a covid-19, embora ainda não esteja aprovada

  • Saúde | Do R7

Butantan vai fazer o envase de doses da CoronaVac

Butantan vai fazer o envase de doses da CoronaVac

Wu Hong/EFE/EPA - 24.09.2020

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) liberou nesta quarta-feira (28) a importação de insumos da China necessários para a produção da vacina contra a covid-19 CoronaVac pelo Instituto Butantan, em São Paulo.

"Adicionalmente, a utilização do produto ficará condicionada à obtenção de seu registro sanitário junto à Anvisa. Por oportuno, necessário esclarecer que a carga ficará sob a custódia do Instituto Butantan, seu fiel depositário, mediante termo de guarda específico pertinente", diz um trecho da decisão colegiada.

A decisão ocorreu horas após o presidente do instituto, Dimas Covas, criticar a demora da agência na liberação da matéria-prima.

"Desde quando nós iniciamos todo esse processo da vacina, obviamente que cada dia conta. E a nossa previsão era para iniciar a produção da vacina na segunda quinzena de outubro."

Se CoronaVac não for aprovada pela Anvisa, a decisão obriga o Butantan a destruir o material.

"Caso a vacina não obtenha o registro sanitário pleiteado, o IB [Instituto Butantan] deverá destruir o produto respeitando as normas de destinação de resíduos em vigor.

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