Sarampo
Saúde Casos de sarampo aumentam 20% em uma semana em São Paulo

Casos de sarampo aumentam 20% em uma semana em São Paulo

A capital paulista concentra 60% do total de casos, com 2.179 registros. Dos 645 municípios do estado, 134 já registraram casos de sarampo

sarampo em são paulo

Já são mais de 3.500 casos de sarampo em São Paulo em 2019

Já são mais de 3.500 casos de sarampo em São Paulo em 2019

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O número de casos de sarampo no estado de São Paulo cresceu 20% em uma semana, somando 3.519 notificações entre janeiro e setembro deste ano. No balanço anterior, divulgado no dia 2 de setembro, o estado tinha registrado 2.982 casos.

O novo balanço foi divulgado nesta quarta-feira (11) pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

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A capital paulista concentra 60% do total de casos, com 2.179 registros. Dos 645 municípios do estado, 134 já registraram casos de sarampo.

No mês passado, o estado registrou três mortes em decorrência da doença. As vítimas foram um homem de 42 anos, da capital e sem histórico de imunização contra a doença; e dois bebês – uma menina de 4 meses, de Osasco, e um garoto de 9 meses, também da cidade de São Paulo.

Segundo a secretaria, o estado continua vacinando bebês com idade entre 6 meses e menores de 1 ano contra o sarampo.

Essa faixa etária é considerada mais vulnerável a casos graves da doença e representa 13% do total dos casos ocorridos em São Paulo. A secretaria recomenda que as mães de crianças com idade inferior a 6 meses evitem a exposição delas a aglomerações e mantenham a ventilação adequada dos ambientes.

Outra recomendação é procurar imediatamente um serviço de saúde ante o aparecimento de qualquer sintoma da doença, como manchas vermelhas pelo corpo, febre, coriza, conjuntivite e manchas brancas na mucosa bucal.

Programa de Imunização

O Programa Estadual de Imunização prevê que crianças e adultos, com idade entre 1 ano e 29 anos, recebam duas doses da vacina contra o sarampo. Acima desta faixa, até os 59 anos, é preciso receber uma dose.

Não há indicação para pessoas com mais de 60 anos, pois esse público potencialmente já teve contato com o vírus, no passado.

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As pessoas que tiverem dúvidas quanto à imunização adequada devem procurar um posto de saúde, com a carteira de vacinação em mãos, para que um profissional verifique a necessidade de aplicação da dose.

A secretaria informa que a vacina, nestes casos, será feita apenas para as pessoas que tiverem alguma pendência.