Coronavírus

Saúde Casos de SRAG no Brasil seguem no patamar mais baixo da pandemia

Casos de SRAG no Brasil seguem no patamar mais baixo da pandemia

Síndrome respiratória aguda grave é uma das complicações decorrentes da Covid-19; levantamento é da Fiocruz 

  • Saúde | Do R7

Apenas o Distrito Federal registrou alta preocupante dos casos de SRAG entre idosos

Apenas o Distrito Federal registrou alta preocupante dos casos de SRAG entre idosos

Fernando Bizerra/EFE

O Boletim InfoGripe da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), publicado nesta sexta-feira (8), reforça o cenário de estabilidade dos números de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave), uma das complicações decorrentes da Covid-19, no Brasil. Segundo o levantamento, o patamar é o mais baixo desde o início da pandemia.

O levantamento aponta sinal de crescimento na tendência de longo prazo em apenas nove unidades da Federação, sendo elas Distrito Federal, Espírito Santo, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e Sergipe. Além disso, Alagoas, Ceará, Goiás e Mato Grosso do Sul, ainda que oscilando ao redor de números estáveis, apresentam sinal de crescimento apenas na tendência de curto prazo.

De acordo com a Fiocruz, esse cenário de crescimento reflete pequenas oscilações em torno de valores estáveis, com exceção do Distrito Federal, onde foi observado um crescimento expressivo de casos de SRAG na população acima de 60 anos. “O cenário para o grupo etário com mais de 70 anos é especialmente preocupante”, diz a publicação. 

Dentre os estados, doze registraram sinal de queda na tendência de longo prazo: Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Roraima, São Paulo e Tocantins. 

O boletim destaca que, no caso de crianças até 9 anos de idade, os casos seguem fixos em 1.200 ocorrências semanais, em patamares próximos aos registrados no pico de junho de 2020, quando eram notificados 1.282 casos por semana.

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