Governo do Rio de Janeiro anuncia retorno às aulas para 19 de outubro

Alunos do terceiro ano do ensino médio e da fase 4 do EJA (Educação de Jovens e Adultos) serão os primeiros estudantes a voltar aos colégios

Alunos concluintes serão os únicos a retornar às aulas

Alunos concluintes serão os únicos a retornar às aulas

Reprodução/Agência Brasil

O Governo do Rio de Janeiro anunciou nesta sexta-feira (9) que retornará com as aulas presenciais nos colégios estaduais no próximo dia 19 para alunos do terceiro ano do ensino médio e da fase 4 do EJA (Educação de Jovens e Adultos).

RJ: Polícia Civil prende suspeito de chefiar milícia da Covanca

De acordo com o Governo do Estado, o objetivo do retorno destes alunos às aulas presenciais é a preparação para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2020, que ocorrerá em janeiro de 2021. Estudantes de outros anos deverão continuar com atividades à distância.

Durante a coletiva de anúncio, o secretário de Educação do Estado, Comte Bittencourt, informou que as prefeituras poderão escolher se as escolas estaduais em seus municípios devem abrir ou não. O chefe da pasta revelou que pelo menos seis cidades já sinalizaram que não pretendem aceitar o retorno das aulas presenciais.

Segundo o Governo do Estado, foram gastos cerca de R$ 9 milhões para a compra de equipamentos de proteção para mais de 1.200 escolas espalhadas pelo RJ. Além de funcionários, alunos também ganharão máscaras.

Os colégios deverão manter distanciamento de 1,5 m entre os alunos nas salas de aula e refeitórios, todos estes ambientes com janelas abertas. Quanto à limpeza, a recomendação do governo é uma higienização diária com água sanitária.

Rio: Chefe da Polícia Civil anuncia chegada de novos helicópteros

Professores e funcionários da rede estadual serão testados em unidades municipais de saúde próximas às escolas e residências dos profissionais. O Governo do RJ informou que mais de 30 mil testes rápidos para o novo coronavírus serão utilizados neste retorno às aulas.

Nas redes sociais, o Governo do Estado destacou que profissionais com mais de 60 anos ou de grupos vulneráveis, como imunodeprimidos, gestantes puérperas não deverão retornar as suas funções.

*Estagiário do R7, sob supervisão de PH Rosa