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Saúde Febre amarela: mais 2 macacos têm teste positivo para o vírus em SP

Febre amarela: mais 2 macacos têm teste positivo para o vírus em SP

Com confirmação, sobe para três o número de primatas afetados por vírus

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Fila para vacinação na capital paulista

Fila para vacinação na capital paulista

Estadão Conteúdo

Dois macacos encontrados mortos no Parque Anhanguera, na zona norte de São Paulo, tiveram resultado positivo para febre amarela. A informação foi confirmada na sexta-feira (27) pela Secretaria Estadual da Saúde, após análises de amostras pelo Instituto Adolfo Lutz.

Com a nova confirmação, sobe para três o número de primatas mortos por causa do vírus na capital paulista - a pasta já havia informado um óbito de um macaco no Horto Florestal.

Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, 16 macacos mortos na capital foram levadas para análise desde o dia 9, data de confirmação da morte do primata no Horto. Em todo o Estado, 258 primatas morreram infectados pelo vírus desde o início do ano até sexta passada.

Quinze parques na capital - todos na zona norte - estão fechados como medida preventiva contra a doença. Na lista, estão unidades como o Lions Tucuruvi e o São Domingos. Os parques Anhanguera e os lineares Canivete e Córrego do Bispo, no extremo norte, já haviam recebido a mesma orientação na terça. Já o Horto e o Parque do Cantareira estão fechados desde a semana passada.

Caça

A administração municipal já se articula para evitar a morte de macacos pela população, como ocorreu no Rio e em Minas durante surto da doença, entre o fim do ano passado e o primeiro semestre de 2017.

"A Prefeitura está em alerta. Existe a possibilidade de que a população comece a se juntar para matar ou usar como desculpa para caçar", diz a diretora da Divisão de Fauna Silvestre da Secretaria do Verde e Meio Ambiente, Juliana Summa.

Segundo ela, por enquanto chegaram à pasta boatos de que macacos estariam sendo mortos na região de mata da zona sul da capital. A Guarda Civil Metropolitana (GCM) foi acionada. Campanhas na internet com as hashtags #OMacacoNãoÉoVilão e #FreeMacaco tentam sensibilizar moradores.

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