Coronavírus

Saúde Fiocruz: Brasil mantém estabilidade de casos e óbitos por SRAG

Fiocruz: Brasil mantém estabilidade de casos e óbitos por SRAG

Síndrome respiratória aguda grave é uma das complicações da Covid-19; o coronavírus ainda é a principal causa dos diagnósticos

Brasil ultrapassou a marca de 50% da população vacinada com a 2ª dose contra a Covid-19

Brasil ultrapassou a marca de 50% da população vacinada com a 2ª dose contra a Covid-19

Daniel Marenco/EFE

O Boletim InfoGripe da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), publicado nesta quarta-feira (20), indica que o Brasil mostra sinal de estabilidade de casos e óbitos por SRAG (síndrome respiratória aguda grave), uma das complicações da Covid-19.

Com exceção dos dos estados do Rio Grande do Norte e Sergipe, que apresentaram crescimento dos casos de SRAG entre crianças de zero a 9 anos e idosos de 60 a 69 anos, a publicação destaca que o cenário nacional aponta para indícios de estabilidade na tendência de longo prazo.

“Em função do avanço da cobertura vacinal de primeira e segunda dose entre adultos e jovens adultos, é fundamental acompanhar a evolução de casos entre a população de crianças, adolescentes e idosos a fim de  acompanhar a tendência do nível de transmissão comunitária”, ressalta o pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe. 

Segundo a publicação, o patamar atual representa os menores valores desde o início da epidemia no Brasil. Entre adultos acima de 19 anos, o vírus associado à Covid-19 ainda é a principal causa de SRAG em todos os estados, correspondendo a 98,1% dos diagnósticos.

Para a faixa etária de zero a 9 anos de idade, no entanto, a estabilização se dá com cerca de 1.200 casos semanais, valores próximos ao que se registrou no pico de julho de 2020, com 1.282 casos semanais. O boletim indica presença predominante de casos de SRAG positivos para VSR (Vírus Sincicial Respiratório).

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