Surto de microcefalia
Saúde Mais de 3.100 grávidas têm zika vírus na Colômbia, mas não há registro de microcefalia

Mais de 3.100 grávidas têm zika vírus na Colômbia, mas não há registro de microcefalia

De acordo com presidente do país, há 25.645 pessoas infectadas com a doença na Colômbia

Mais de 3.100 grávidas têm zika vírus na Colômbia, mas não há registro de microcefalia

No Brasil, governos fazem ações para combater mosquito Aedes

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GUSTAVO SEREBRENICK/BRAZIL PHOTO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Mais de 3.100 colombianas grávidas estão infectadas com o zika, declarou no último sábado (6) o presidente do país, Juan Manuel Santos. Porém, até agora, não há registro de qualquer caso de microcefalia ligado ao vírus na Colômbia, segundo Santos. 

O vírus tem sido associado ao nascimento de bebês com microcefalia, uma má-formação cerebral. Não há vacina ou tratamento contra a infecção.

Há 25.645 pessoas infectadas com a doença na Colômbia, entre as quais 3.177 mulheres grávidas, afirmou Santos durante uma transmissão de TV com autoridades de saúde.

Muito ainda permanece desconhecido sobre o zika, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo transmissor da dengue e da febre chikungunya. Quatro de cada cinco pessoas que têm a infecção sequer exibem os sintomas — dores no corpo, febre amena e erupções cutâneas—, mas o Ministério da Saúde brasileiro confirmou no ano passado a relação entre o zika e o surto de microcefalia na região Nordeste do País.

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No Brasil, a recomendação do Ministério da Saúde é para que a população, principalmente mulheres grávidas e em idade fértil, tomem medidas simples que possam evitar o contato com o Aedes aegypti, como utilizar repelentes, proteger-se da exposição de mosquitos, manter portas e janelas fechadas ou teladas e usar calça e camisa de manga comprida.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou estado de emergência internacional pelo zika em 1º de fevereiro, citando forte suspeita de relação entre o vírus em grávidas com a microcefalia.

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