Novo Coronavírus

Saúde Ministério negocia antecipação da chegada de IFA para CoronaVac

Ministério negocia antecipação da chegada de IFA para CoronaVac

Secretário-executivo da pasta está em acerto com a China para antecipar chegada de mais 7 mil litros referente ao 2º contrato

Ministério quer receber antecipado 7 mil litros de IFA da CoronaVac

Ministério quer receber antecipado 7 mil litros de IFA da CoronaVac

Divulgação - 25.05.2021

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, afirmou que a pasta está em negociação para antecipar a chegada de IFA para a produção das vacinas CoronaVac, referentes ao segundo contrato do Instituto Butantan com Governo Federal.

"Temos reuniões semanais com o embaixador brasileiro em Pequim e com o pessoal do Instituto Butantan e temos feito gestões semanamente para anteciparmos o recebimento desse IFA. Só queria destacar que o Butantan encerrou o primeiro contrato de 46 milhões de doses e vai começar o segundo de 54 milhões. A previsão é de 6 milhões de doses na primeira entrega. Até o final de junho previsão é 10 mil litros de IFA, chegou 3 mil litros e estamos tentando antecipar essa chegada, quase que diariamente", afirmou o secretário. 

Cruz participou junto com o ministro Marcelo Queiroga, nesta quarta-feira (26), de audiência pública conjunta entre a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle e a Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados.

Queiroga reafirmou que tenta acerto para compra de novas vacinas e falou sobre a necessidade dos próximos testes clínicos feitos no Brasil sejam feitos em comparação com os imunizantes já usados pelo PNI (Programa Nacional de Imunização). 

"Sobre novos vacinas estamos esperando a resposta da Anvisa sobre a CanSino, em conversar com a Moderna, e hoje a agência está conversando sobre a importação da Covaxin. Mas é importante os estudos em fase três serão faitos sejam a comparação de novas vacinas com as vacinas em uso Brasil. Não dá mais para fazer estudos com placebos, na fase que estamos. Precisamos comparar com as vacinas que aplicamos", afirmou o ministro. 

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