Saúde Ministro da Saúde vacina homem contra gripe e diz: 'Não tenha medo'

Ministro da Saúde vacina homem contra gripe e diz: 'Não tenha medo'

Mais de 41 mil postos de saúde permaneceram abertos neste sábado (4), 'Dia D' da vacinação contra a gripe; meta é vacinar 59,5 milhões de pessoas 

Ministro da saúde vacina homem contra gripe e diz: 'Não tenha medo'

Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, que é medico, vacinou homem

Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, que é medico, vacinou homem

Edu Garcia/R7

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, esteve neste sábado (4), “Dia D” da vacinação contra a gripe, na Unidade Básica de Saúde Jardim Edith, na Cidade das Monções, em São Paulo. Na mobilização, cerca de 41 mil postos de saúde em todo o país permaneceram abertos, segundo o Ministério da Saúde. A vacinação contra a gripe vai até o dia 31.

Mandetta, que é médico ortopedista, vacinou um homem durante sua visita à UBS. “Não tenha medo da vacina. A vacina é inerte. Não causa nenhum malefício. As pessoas que têm mais tempo de rodagem e já viram pessoas morrerem de sarampo, de pólio, sabe da importância que é vacinar. Você não vacina você perde uma pessoa amada. Para quê?”, afirmou.

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A meta é imunizar pelo menos 90% de cerca de 59,5 milhões de pessoas. Até esta sexta-feira (3), 24,5% do público-alvo havia sido imunizado, o que corresponde a 14,5 milhões de pessoas.

Segundo o Ministério da Saúde, o público com maior cobertura contra a gripe, até o momento, é o de puérperas, com 38,8%, seguido pelo de gestantes (33,4%), indígenas (27,6%), crianças (26,4%), idosos (21,5%), trabalhadores de saúde (17,1%) e professores (14,2%).

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“O brasileiro tem a maior estrutura de vacina pública do mundo à disposição dele. Nos outros países, essa vacina é paga. É um direito seu, está em todo o território nacional. Quando a pessoa se vacina, ela protege a si e toda a sua família. É um ato de responsabilidade”, afirmou o ministro.

A vacina trivalente protege contra três subtipos do vírus da gripe (H1N1, H3N2 e Influenza B). É oferecida pela rede pública a grupos vulneráveis que são grávidas, puérperas (com até 45 dias após o parto), crianças entre 6 meses e 6 anos, idosos, profissionais da saúde, professores, pessoas com doenças crônicas, indígenas, presidiários e adolescentes que cumprem medidas socioeducativas.

Profissionais das forças de segurança e salvamento, que inclui policiais civis, militares, bombeiros e membros ativos das Forças Armadas, foram incluídos na campanha deste ano.

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