Coronavírus

Saúde Parte de vacinas da Johnson não foi liberada por falta de documentos

Parte de vacinas da Johnson não foi liberada por falta de documentos

Ministério não apresentou documentos de 2 mi de doses doadas pelos EUA, diz Anvisa; outras 1 mi de aplicações foram autorizadas

  • Saúde | Do R7

Vacina da Johnson contra a covid-19 é aplicada em dose única

Vacina da Johnson contra a covid-19 é aplicada em dose única

Dirk Waem/Belga/AFP - 30.04.2021

Em nota divulgada nesta quarta-feira (30), a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) informou que o Ministério da Saúde ainda não apresentou todos os documentos necessários para a liberação do lote de 2 milhões de doses da vacina anticovid da Johnson, doadas pelos Estados Unidos, que desembarcou no Brasil no dia dia 25 de junho.

Segundo a agência, o licenciamento de importação foi autorizado sob termo de guarda e responsabilidade, o que significa que as vacinas ficarão armazenadas no centro de logística do Ministério da Saúde, sem a liberação definitiva para ser distribuída e aplicada na população, até que os documentos sejam apresentados.

“As vacinas doadas pelos Estados Unidos ao Brasil foram desembaraçadas com prioridade pela Anvisa na mesma data em que chegaram ao país, sob compromisso do importador e fiel depositário da carga, que é o próprio Ministério da Saúde, de prestar as informações complementares necessárias previamente à distribuição das vacinas”, diz a nota. 

As 2 milhões de doses representam o primeiro lote enviado pelos americanos, que chegou no país na sexta (25). No sábado (26), desembarcaram quase 1 milhão de doses, que correspondem ao segundo lote de vacinas doadas. 

Quanto a este segundo lote, a Anvisa avisou que o Ministério da Saúde apresentou a documentação completa, o que permitiu a liberação das 947.650 doses que desembarcaram no sábado (26).

No total, portanto, são 3 milhões de aplicações repassadas pelos Estados Unidos ao Brasil.

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