Novo Coronavírus

Saúde Record TV passa por trabalho de desinfecção contra o coronavírus

Record TV passa por trabalho de desinfecção contra o coronavírus

Instalações da emissora receberam aplicação de produtos químicos que se provaram eficientes. Além disso, equipes de rua adotam medidas de proteção

  • Saúde | Do R7

Local foi desinfectado com gás inofensivo ao homem

Local foi desinfectado com gás inofensivo ao homem

Divulgação

As instalações da Record TV, em São Paulo, passaram, na última quarta-feira (25), por um processo de desinfecção contra o novo coronavírus, causador da covid-19 — assista à reportagem completa abaixo.

A medida é complementar à série de cuidados que a emissora adotou, que inclui regras especiais para as equipes de rua. Tudo isso com o objetivo de combater a disseminação do vírus.

A tecnologia usada para desinfectar o ambiente de trabalho se provou eficiente em todo o mundo, especificamente para combater o coronavírus.

Áreas internas foram as principais alvos da desinfecção

Áreas internas foram as principais alvos da desinfecção

Divulgação

O processo de desinfecção é uma verdadeira uma caça detalhada ao inimigo, que é invisível. Primeiro, os técnicos recolhem amostras nos objetos mais usados. Depois, o material é levado para um laboratório, onde é feita uma avaliação do nível de contaminação dos ambientes. 

A desinfeção começa assim: as ilhas de edição e os postos de trabalho de jornalistas, câmeras, editores e demais profissionais da empresa são desocupados. Uma névoa com produtos químicos, inofensivos ao homem, se espalha pelo local em poucos segundos. Por ser um gás, é possível chegar a lugares de difícil acesso para uma limpeza comum.

"Essa é uma desinfeção tridimensional, limpa uma bancada, as baias, mas é dificil alcançar o teto, a parede ou dentro do teclado. Assim, chega a lugares inacessíveis", explica o coordenador da equipe, Willian Saito.

Gás liberado não é tóxico e pode alcançar lugares a que limpeza comum não chega

Gás liberado não é tóxico e pode alcançar lugares a que limpeza comum não chega

Divulgação

O produto usado para detectar vírus e bactérias leva um ácido diluído em água, com alto grau de combate, inclusive ao novo coronavírus.

Ao todo, foram usados 1.600 metros cúbicos do produto, que não é tóxico. Na quarta-feira, 15 ambientes da emissora paulista foram desinfectados. Nesse intervalo, os profissionais da Record TV foram retirados dos locais de trabalho por cerca de 30min e puderam voltar em seguida.

Esse tipo de desinfecção já é largamente usado no mundo para combater a proliferação de bactérias, fungos e vírus, sobretudo na indústria. O uso específico no caso de pandemias, porém, é recente. Hong Kong usou esse processo para evitar o risco de contaminação por conta do novo coronavírus.

Outras medidas

Além da desinfecção de ambientes, a Record TV adotou outras medidas para reduzir o risco de contágio pelo novo coronavírus numa atividade considerada essencial, que é basicamente a de informar a população.

Para as redações, já é regra a higienização de ambientes e equipamentos. No caso das equipes de rua, há novas regras para manter microfones, câmeras e demais equipamentos higienizados, além de entrevistas e contato à distância com os entrevistados.

Além disso, quase metade dos funcionários da emissora está em sistema de home office, que é o trabalho remoto.

Assista à reportagem completa abaixo:

Últimas