Coronavírus

Saúde Risco de viagem não está em quarto de hotel, mas em áreas comuns

Risco de viagem não está em quarto de hotel, mas em áreas comuns

Para se proteger da covid-19 em viagens de fim de ano, infectologista orienta a evitar elevador, salas de refeição e saguão onde há aglomeração

Evitar aglomerações é uma forma de minimizar o risco de covid-19 em viagens de fim de ano

Evitar aglomerações é uma forma de minimizar o risco de covid-19 em viagens de fim de ano

Pixabay

O risco de contrair covid-19 em viagens de fim de ano não está no uso de lençol ou toalhas no quarto de hotel, mas sim em frequentar as áreas comuns, segundo a infectologista Lina Paola Rodrigues, da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo. 

"Não há necessidade de levar o próprio lençol e toalha. O quarto foi higienizado pelo hotel. O ruim são ambientes com alto fluxo de pessoas, onde alguém infectado ficou perambulando sem uso de máscara e transmitindo a covid-19. Por exemplo, o elevador, o local onde ele tomou café da manhã, que normalmente tem ar-condicionado", afirma.

"Locais de alimentação merecem atenção porque as pessoas tiram a máscara para comer", acrescenta. Uma alternativa é pedir as refeições no quarto ou realizá-las ao ar livre. 

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Ela orienta evitar objetos que sejam compartilhados, higienizar as mãos após tocar maçanetas e preferir hoteis que não estejam funcionando com a capacidade máxima. 

Em relação ao pedágio, a médica afirma que o risco de contaminação é pequeno, já que os funcionários usam máscara, assim como os motoristas, e o distanciamento de 1,5m é respeitado. Ao tocar dinheiro, as mãos devem ser higinizadas imediatamente com álcool em gel. 

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