Trump diz que 'não há motivo para pânico' após morte por coronavírus

O presidente disse que se reunirá com líderes da indústria farmacêutica na segunda para conhecer os trabalhos na fabricação da vacina

Reprodução/Twitter Casa Branca

O presidente Donald Trump, em coletiva de imprensa, na tarde deste sábado (29) disse que a primeira morte nos EUA devido ao coronavírus foi uma mulher de 55 anos que era uma paciente medicamente de alto risco e alertou que casos adicionais são "prováveis".

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"Indivíduos saudáveis ​​devem ser capazes de se recuperar completamente, e achamos que será uma afirmação que podemos fazer com muita segurança agora que nos familiarizamos com esse problema", disse Trump.

Durante a coletiva na Casa Branca, Trump disse que os EUA estão preparados para qualquer circunstância e espera que um surto de vírus não seja importante nos Estados Unidos.

Ele ressaltou que casos adicionais de coronavírus nos EUA são prováveis, mas que, para o americano médio, o risco é baixo.

Trump disse que se reunirá com líderes da indústria farmacêutica na segunda-feira para discutir os esforços para encontrar uma vacina.

Novas restrições

Autoridades norte-americanas disseram também que as restrições aos viajantes do Irã seriam expandidas para incluir cidadãos estrangeiros que visitaram o país nos últimos 14 dias como parte de um esforço para reduzir a propagação do coronavírus nos Estados Unidos.

O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, disse que os Estados Unidos também trabalharão com a Itália e a Coréia do Sul para coordenar a triagem de viajantes que entram nos Estados Unidos a partir desses países. 

O risco de coronavírus para qualquer americano médio permanece baixo, disse o secretário de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, Alex Azar, em entrevista à imprensa. Mas Azar alertou que isso pode mudar rapidamente. "Queremos diminuir a quantidade de viagens para as áreas mais afetadas pelo coronavírus", disse Azar.