Coronavírus

Saúde Vacina de Oxford não está pronta para aprovação rápida na Europa

Vacina de Oxford não está pronta para aprovação rápida na Europa

A Agência Europeia de Medicamentos afirmou nesta terça-feira (29) que não conseguirá aprovar a vacina contra a covid-19 em janeiro

Reuters - Internacional

Resumindo a Notícia

  • Agência reguladora da Europa não conseguirá aprovar a vacina de Oxford até janeiro.
  • A vacina de Oxford é desenvolvida pela AstraZeneca e Universidade de Oxford.
  • Vice-diretor-executivo do órgão diz que farmacêutica ainda não enviou solicitação.
  • Faltam também dados adicionais sobre a qualidade da vacina, segundo a agência.
A vacina de Oxford é desenvolvida pela AstraZeneca e Universidade de Oxford

A vacina de Oxford é desenvolvida pela AstraZeneca e Universidade de Oxford

John Cairns/The University of Oxford

A EMA (Agência Europeia de Medicamentos) provavelmente não conseguirá aprovar a vacina contra covid-19 desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford em janeiro, disse seu vice-diretor-executivo, Noel Wathion.

"Eles ainda nem nos enviaram uma solicitação", disse Wathion em uma entrevista ao jornal belga Het Nieuwsblad publicada nesta terça-feira (29).

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As agências reguladoras da Europa só receberam algumas informações sobre a vacina, disse ele.

"Nem mesmo o suficiente para justificar uma licença de comercialização condicional", disse Wathion. "Precisamos de dados adicionais sobre a qualidade da vacina. E depois disso, a empresa tem que fazer uma solicitação formal."

Isto torna "improvável" uma aprovação já ser concedida no mês que vem, segundo Wathion.

Não foi possível obter comentários da EMA.

Na semana passada, a AstraZeneca disse à Reuters que sua vacina contra covid-19 deve ser eficiente contra a nova variante do coronavírus, acrescentando que estudos estão sendo feitos para investigar plenamente o impacto da mutação.

A farmacêutica apresentou um pacote de dados completos de sua vacina à agência reguladora de medicamentos do Reino Unido, disse o ministro da Saúde britânico, Matt Hancock.

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