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Tecnologia e Ciência Facebook é acusado de censurar páginas conservadoras nos EUA

Facebook é acusado de censurar páginas conservadoras nos EUA

Posts e vídeos que defendem posições consideradas conservadoras foram punidos pela rede social sob o argumento de propagarem "discurso de ódio"

Censura no Facebook

Facebook bloqueia páginas nos EUA e é acusado de censura

Facebook bloqueia páginas nos EUA e é acusado de censura

Pixabay

Na semana passada, o Facebook bloqueou as atividades de páginas norte-americanas que defendem posições conservadoras. A medida foi considerada uma prática de censura da rede social. As informações foram publicadas pela CBN News.

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Uma das páginas bloqueadas foi a do blog "The Activist Mommy", que tem mais de 600 mil seguidores. A responsável pelas publicações é Elizabeth Johnston, que defende ideias conservadoras sobre homossexualidade e educação sexual nas escolas norte-americanas.

Perfil da "The Activist Mommy" bloqueado na semana passada

Perfil da "The Activist Mommy" bloqueado na semana passada

Reprodução

"Aparentemente, eu violei as políticas do Facebook com algum conteúdo que eu postei", disse Elizabeth ao CBN News Monday. 

Ao tentar fazer um post, foi exibida uma notificação dizendo que ela tinha sido banida por "discurso de ódio". O Facebook teria se recusado a dizer o que motivou a punição.

Em seguida, Elizabeth recebeu uma nova mensagem com um pedido de desculpas pelo o bloqueio, que teria ocorrido por um erro da plataforma.

A página da Prager University, uma instituição sem fins lucrativos e conhecida por ideias conservadores, foi suspensa da plataforma no mesmo período. 

A Prager University, que tem mais de 3 milhões de seguidores, teve nove posts suspensos também sob o argumento de propagar "discurso de ódio".

Os administradores das páginas bloqueadas afirmam que o Facebook está praticando censura.

"As evidências indicam que eles estão restringindo as opiniões conservadores na plataforma", disse Will Wit, da Prager University, em entrevista para a Fox News. 

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