Tecnologia e Ciência Governo brasileiro assina acordo com Qualcomm para lançar smartphones

Governo brasileiro assina acordo com Qualcomm para lançar smartphones

Validação comercial da tecnologia pode ocorrer ainda este ano

Governo brasileiro assina acordo com Qualcomm para lançar smartphones

Apesar da cooperação com o governo brasileiro, não haverá transferência de tecnologia às empresas brasileiras

Apesar da cooperação com o governo brasileiro, não haverá transferência de tecnologia às empresas brasileiras

Reprodução/Facebook

A empresa norte-americana Qualcomm assinou dois memorandos de entendimento com o governo brasileiro para reduzir o déficit comercial do Brasil no setor de semicondutores e iniciar a validação de uma nova tecnologia de produção de smartphones no País.

Um dos memorandos pretende validar e fabricar uma inovadora tecnologia de produção de smartphones em colaboração com empresas do setor que possuem fábricas no Brasil.

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O presidente da Qualcomm na América Latina, Rafael Steinhauser, não quis dar mais detalhes sobre a inovação, mas observou que ela deve impactar o tamanho, a velocidade, o custo e a performance dos smartphones e já foi desenvolvida.

A expectativa é que a validação comercial da tecnologia ocorra ainda este ano e o produto seja vendido no início de 2015, segundo o secretário-executivo do ministério do Desenvolvimento, Ricardo Schaefer.

Duas empresas do setor que possuem fábricas no Brasil já foram escolhidas pela companhia norte-americana para testar a tecnologia, mas o secretário não pôde dar mais detalhes, por razões concorrenciais.

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O secretário disse também que um grupo de trabalho entre o Ministério do Desenvolvimento e a multinacional será criada para definir metas e objetivos para a inserção do Brasil na cadeia de produção global, para atrair investimentos e diminuir o déficit comercial do setor, que chega a 12 bilhões de dólares ao ano, de acordo com Schaefer.

— A Qualcomm vai nos ajudar a definir quais são nossos alvos dentro dessa cadeia no pais a as condições que precisamos criar para que esses investimentos venham efetivamente.

Apesar da cooperação com o governo brasileiro, não haverá transferência de tecnologia às empresas brasileiras, já que a Qualcomm não possui fábricas.

"Não fabricamos... encontramos e desenhamos redes de parcerias", acrescentou Steinhauser.

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