Máscara protege de doenças sem prejudicar reconhecimento facial

Empresa imprime rosto de cliente sem distorções em máscaras de proteção para não afetar recursos de segurança de smartphone 

Modelo é criado a partir de fotos enviadas pelo usuário

Modelo é criado a partir de fotos enviadas pelo usuário

Reprodução Twitter/@djbaskin

A máscara usada para impedir a contaminação por coronavírus tem um ponto negativo: impede que o usuário desbloqueie o celular por meio do reconhecimento facial. 

Assim, uma brincadeira na internet virou um produto que pode ajudar a evitar a epidemia sem prejudicar as funcionalidades do smartphone. 

Danielle Baskin é CEO de uma empresa de tecnologia e postou um tweet com a imagem de uma máscara de proteção com a impressão perfeita do rosto de uma pessoa. A repercussão foi enorme e ela criou um serviço que vende o produto personalizado.

Usando as máscaras n95, o modelo mais adequado para impedir a transmissão de doenças por via respiratória, a tecnologia imprime uma foto do rosto do cliente sem distorções. “Nossa impressão usa tinta não tóxica e não afeta a respiração”, afirma Danielle.

A empresa garante que, depois de diversos testes, a máscara funciona com o reconhecimento facial do smartphone e é totalmente segura.

Elas ainda estão em desenvolvimento e fase de pré-venda, mas, o preço estimado é de 40 dólares, cerca de R$ 180, em conversão direta, e pode ser encomendada pelo site da empresa.

“Eu não planejo lançar o produto enquanto máscaras no mundo estiverem em crise por conta do coronavírus. Existe uma lista de espera, mas não uma data de lançamento”, afirmou Danielle ao responder comentários no Twitter.

Ideia rodou a internet

Enquanto o projeto oficial de Danielle não sai do papel, algumas pessoas públicas decidiram criar suas próprias versões. A jornalista do canal americano ABC7 News Dion Lim, publicou em suas redes a versão caseira do produto.

*Estagiário R7, sob supervisão de Pablo Marques


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