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Tecnologia e Ciência Pandemia: Google lança campanha para combater a desinformação

Pandemia: Google lança campanha para combater a desinformação

Iniciativa reúne uma série de novos recursos na Busca, no Google Notícias, no Google Maps e no YouTube

Objetivo é manter as pessoas seguras e bem-informadas

Objetivo é manter as pessoas seguras e bem-informadas

Freepik

O Google lançou nesta semana a uma campanha focada no combate à desinformação sobre a pandemia: "Conheça os Fatos". A partir de novos recursos na Busca, no Google Notícias, no Google Maps e no YouTube, a iniciativa visa promover uma maior conscientização sobre o acesso a informações que ajudem a manter as pessoas seguras e bem-informadas.

Ao pesquisarem os termos "vacina covid" ou "vacina coronavírus", os internautas são redirecionados a carrosséis de notícias sobre o assunto, bem como painéis com uma série de estatísticas. Entre os dados, constam o número de doses de vacinas aplicadas no Brasil, o percentual da população vacinada, o avanço histórico da imunização.

Já no Google Notícias, foi implementada uma seção dedicada exclusivamente a temas relacionados à covid-19. Nela, os usuários podem ver as principais reportagens, publicações recentes de autoridades de saúde em redes sociais e uma página especial com fatos e dados atualizados sobre a pandemia no mundo.

O Google Maps, por sua vez, oferece dados locais e informações de fontes verificadas sobre a prevenção à doença e atualizações sobre a pandemia. Entre os recursos disponíveis, está a possibilidade de consultar horários de pico e monitorar serviços de transporte em diversos aspectos, como nível de aglomeração, limitação de circulação ou necessidade do uso de máscara.

Por fim, na página inicial do YouTube e nas buscas relacionadas ao coronavírus ou à covid-19 da plataforma, são exibidos vídeos de especialistas e veículos jornalísticos no topo dos resultados.

Abaixo dos vídeos sobre o asssunto, consta ainda um painel de informações que direciona os internautas para sites de órgãos oficiais, como o Ministério da Saúde e a Anvisa, no caso do Brasil. Ao todo, eles já foram exibidos globalmente mais de 400 bilhões de vezes.

Ainda sobre o YouTube, o buscador também estimula a produção de conteúdo na plataforma e trabalha para ajudar instituições de saúde a criar e desenvolver seus próprios canais. Os canais do Hospital Albert Einstein e da Fiocruz, por exemplo, já somam mais de 2,7 milhões de visualizações desde 24 de março de 2021.

Compromisso contra a desinformação

O Google ressalta que "segue atualizando políticas e removendo material que viole a segurança das pessoas” e que a empresa é "fiel aos princípios que tratam da remoção de conteúdo nocivo, da redução de visualizações de produtos duvidosas e do destaque a informações confiáveis."

"A menos que haja contexto educacional, documental, científico ou artístico suficiente, serão removidos vídeos no YouTube que recomendam o uso de ivermectina ou hidroxicloroquina para o tratamento ou prevenção da covid-19, fora dos ensaios clínicos, ou que afirmam que essas substâncias são eficazes e seguras no tratamento ou prevenção da doença", escreveu.

*Estagiária do R7 sob supervisão de Patrícia Junqueira

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