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Programa oferece formação em cibersegurança, um dos setores com maior escassez de mão de obra

Em todo o mundo, déficit de profissionais do setor chega a quase 5 milhões de vagas; conheça o ‘Hackers do Bem’

Tecnologia e Ciência|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Programa Hackers do Bem oferece 25 mil vagas para formação em cibersegurança devido à alta demanda por profissionais na área.
  • Mais de 180 mil inscrições já foram realizadas, com expectativa de novas vagas abertas.
  • A formação é acessível a qualquer pessoa com noções básicas de segurança de dados e inclui aulas práticas.
  • O projeto busca conscientizar a população sobre cibersegurança e oferece oportunidades de salários atrativos e bonificações.

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Com o aumento de golpes digitais, vazamentos de dados e fraudes financeiras, ainda há um déficit mundial de quase 5 milhões de especialistas em cibersegurança. A partir dessa necessidade, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação abriu mais de 25 mil vagas para o programa ‘Hackers do Bem’, que visa formar profissionais para proteger sistemas e fortalecer a soberania tecnológica do país.

A partir da necessidade de 750 mil profissionais em falta no país, Leandro Guimarães, diretor-adjunto da Escola Superior de Redes, celebra a grande procura de interessados no projeto. Com mais de 180 mil inscrições, ele anuncia a abertura de novas vagas e compartilha a expectativa de que mais pessoas participem da formação.


Em fundo escuro, pessoa digita códigos em notebook
Pessoas sem conhecimentos prévios profundos podem participar do programa Reprodução/Record News

Com diversos níveis para os alunos, Guimarães esclarece que qualquer pessoa com noções básicas de segurança de dados pode se inscrever e participar do projeto. Além das aulas iniciais e ao vivo com professores especializados, o programa conta com um período de residência de seis meses para os conhecimentos aprendidos serem aplicados na prática.

“É importante ressaltar, a gente sugere que toda a população inicie a formação do Hacker do Bem, porque o que a gente está falando é que a gente está buscando aumentar a consciência em cibersegurança”, completa o diretor em entrevista ao Conexão Record News desta sexta-feira (20).


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Além do conhecimento e conscientização para a população, outra vantagem destacada por Guimarães é a oportunidade de bons salários no setor, além de bonificações por identificação de falhas e participação em concursos em todo o mundo. Com esses recursos, ele aponta um meio de trazer pessoas, que poderiam usar suas habilidades para atividades ilícitas, para algo benéfico e lucrativo.

“Então vejo que essa formação acaba tendo esse propósito muito mais ético do que o cara que vai ali trabalhar de maneira antiética. Então vejo uma mudança bastante grande no mercado e a gente viu isso no Hackers do Bem, a procura, as próprias empresas buscando a gente para saber quais são os profissionais para conseguir captar esses profissionais que também têm uma dificuldade grande de você identificar um profissional bom”, finaliza.

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