Internacional

26/1/2013 às 09h41 (Atualizado em 26/1/2013 às 10h01)

Aumenta para sete número de mortos após julgamento no Egito

Justiça recomendou pena de morte para acusados em massacre no estádio

EFE

Pelo menos sete pessoas, cinco civis e dois policiais, morreram neste sábado (26) nos violentos enfrentamentos nas imediações da prisão de Port Said, enquanto outras 150 ficaram feridas, segundo fontes médicas. O diretor do departamento de hospitais de Port Said, Abderrahman Farah, explicou que cinco pessoas morreram por disparos de arma de fogo, enquanto outras duas perderam a vida "por outros motivos".

O Exército enviou tropas para a cidade para tentar restaurar o clima de tranquilidade e proteger os prédios públicos, anunciou Ahmed Wasfi, general do Estado-Maior, à agência oficial "Mena". Esta é a segunda cidade para onde foram enviadas nas últimas horas unidades das Forças Armadas. Na manhã deste sábado, soldados chegaram em Suez, onde sexta-feira (25) à noite ocorreram graves distúrbios, nos quais morreram nove pessoas.

Justiça do Egito recomenda pena de morte para 21 acusados de massacre em estádio

Os distúrbios em Port Said começaram após um tribunal do país recomendar a pena de morte para 21 acusados no massacre ocorrido no estádio da cidade no ano passado, que envolveu torcedores de clubes rivais. Após a decisão, parentes dos condenados e torcedores fanáticos do time local Al Masry tentaram invadir a prisão e enfrentaram com armas de fogo e coquetéis molotov as forças de segurança.

Por meio de um comunicado, o Ministério do Interior informou que dois oficiais da Segurança Central, encarregada de proteger os prédios públicos, morreram baleados. Segundo o ministério do Interior, foram utilizadas nos distúrbios armas automáticas e até armamento pesado. E

sta nova onda de violência ocorreu um dia depois de nove pessoas morrerem e 584 ficarem feridas, segundo os últimos dados do Ministério da Saúde, nos enfrentamentos registrados em todo o país durante a celebração do segundo aniversário da revolução que derrubou o presidente Hosni Mubarak. Ao todo, oito pessoas morreram em Suez e uma na cidade de Ismailiya, enquanto o maior número de feridos foi registrado na província do Cairo (172), seguida por Alexandria (102), Suez (89) e Ismailiya (77).

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