São Paulo

22/12/2012 às 14h01 (Atualizado em 22/12/2012 às 14h01)

Vítimas de desabamento são enterradas em Sorocaba

Tios e irmãos das vítimas cobraram rapidez na apuração das causas do desabamento

Agência Estado

sorocaba Epitácio Pessoa/EstadãoConteúdo

Foram sepultadas na manhã deste sábado (22) as vítimas do desabamento do muro de uma antiga fábrica de tecidos que deixou sete pessoas mortas e uma ferida em Sorocaba, a 92 km de São Paulo. Comoção e revolta marcaram o enterro de três pessoas da mesma família - a dona de casa Evelin Cristina Siqueira, de 30 anos, seu filho Tiago Alves Siqueira, de 5, e a irmã dela, Nhayara Pamela Airola, de 25.

Tios e irmãos das vítimas cobraram rapidez na apuração das causas do desabamento. A queda do muro soterrou o carro em que estavam os três familiares.

No mesmo cemitério, o Memorial Park, na zona oeste de Sorocaba, foi sepultado o corpo do vigilante Rayner Alves, de 28 anos, que estava em uma moto quando foi atingido por escombros do muro. Era a primeira vez que ele ia ao trabalho com o veículo.

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Os corpos do taxista Humberto Dias Ferreira, de 53 anos, e da assistente administrativa Samantha Bianca da Conceição, de 24, foram sepultados no cemitério Santo Antonio, também em Sorocaba. No carro em que Samantha estava quando foi soterrada, estava também seu marido, Anderson Shendrosk, de 26 anos, que sobreviveu ao acidente. Ele segue internado e seu quadro de saúde é considerado fora de risco.

O corpo de outra vítima, o médico Adilson Nunes Filho, de 35 anos, foi enterrado no Cemitério Municipal de Cerquilho, cidade onde morava. Ele deixou esposa e dois filhos.

Causas

A Polícia Civil começa a ouvir na próxima semana testemunhas do acidente e representantes da empresa que construía um shopping no interior da fábrica. O laudo do setor de engenharia do Instituto de Criminalística, que pode determinar a causa do desabamento, deve ser entregue em 15 dias. O estudo deve indicar se a falta de escoramento da parede, após a retirada do telhado para as obras, pode ter contribuído para o desabamento.

Chovia na hora do acidente e havia acúmulo de água no interior da edificação. A Defesa Civil deu prazo até o dia 27 para que a empresa apresente um plano de segurança para o restante das instalações. A obra foi interditada por prazo indeterminado.

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