Brasil Campos defende ampliação do Minha Casa, Minha Vida

Campos defende ampliação do Minha Casa, Minha Vida

Se for eleito,o pré-candidato do PSB espera construir mais 4 milhões de unidades 

Campos: "Temos de corrigir o que deu errado, não o que deu certo"

Campos: "Temos de corrigir o que deu errado, não o que deu certo"

Reprodução/Facebook eduardocampos40

O pré-candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos defendeu nesta manhã (23) a manutenção do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e prometeu, se eleito, construir 4 milhões de unidades em quatro anos. A declaração foi feita durante Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), realizado em Goiânia.

— Foi um programa criado que veio para ficar, mas como política de Estado e não de governo.

Campos ressaltou que nos últimos seis anos foram construídas 3 milhões de moradias e prometeu manter o subsídio ao programa que, para ele, foi "acertado".

— Precisamos manter, ampliar e aprimorar o programa além do horizonte dos governos.

Ele também elogiou a junção de antigos programas sociais do governo Fernando Henrique Cardoso, no Bolsa Família do governo Luiz Inácio Lula da Silva e disse que essas conquistas podem ser aperfeiçoadas, fortalecidas, e não podem servir de embate eleitoral. "Temos de corrigir o que deu errado e não o que deu certo", completou.

Em um recado ao que classifica de "velhas raposas" da política brasileira, ele criticou o fato das agências reguladoras terem virado alvo político. Campos defendeu a seleção dos futuros diretores por comitê de busca de profissionais de mercado.

— É fundamental que as agências reguladoras tenham todos os seus diretores por esse mecanismo. Quem quiser ser diretor, será examinado por uma banca. Só isso é um recado para a política brasileira.

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Com críticas à política econômica, o presidenciável destacou a falta de investimento em infraestrutura e disse que o setor da construção civil "pagou um preço altíssimo". "Alavancar os investimentos públicos e privados é a tarefa mais importante dos próximos anos", pregou.

O pré-candidato atacou a burocracia, que se tornou "campo fértil para a corrupção" e disse que é preciso simplificar o Estado. "Simplificar o Brasil é fundamental", destacou.

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