Brasília Ciro Nogueira defende Bolsonaro por choro em evento das Forças Armadas

Ciro Nogueira defende Bolsonaro por choro em evento das Forças Armadas

Ministro da Casa Civil disse que o presidente foi constantemente atacado ao longo dos últimos quatro anos e que reação foi natural

  • Brasília | Do R7

O presidente Jair Bolsonaro (PL) durante cerimônia de cumprimentos dos oficiais-generais das Forças Armadas

O presidente Jair Bolsonaro (PL) durante cerimônia de cumprimentos dos oficiais-generais das Forças Armadas

Clauber Cleber Caetano/PR - 5.12.2022

O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, defendeu o presidente Jair Bolsonaro (PL) por ter chorado ao participar da cerimônia de cumprimento aos oficiais-generais das Forças Armadas, que ocorreu nesta segunda-feira (5), no Clube Naval, em Brasília.

"Durante quatro anos, tentaram desumanizar o presidente Jair Bolsonaro. Tentaram retirar o que mais tem: sensibilidade, simplicidade, humildade. Conteve as emoções dentro de si. Livre, agora Bolsonaro pode ser como ele é", escreveu Ciro nas redes sociais.

O evento de que Bolsonaro participou nesta segunda foi o terceiro compromisso público dele desde as eleições. O primeiro ocorreu em Resende, no Rio de Janeiro, em 26 de novembro. Na ocasião, houve uma cerimônia de entrega de espada a aspirantes a oficial do Exército. O segundo ocorreu na última quinta-feira (1º) — uma solenidade de promoção de oficiais-generais do Exército.

Erisipela

Bolsonaro vem retomando os compromissos de agenda após ter enfrentado uma doença na perna, a erisipela. O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) publicou uma foto que mostra a perna do pai com a doença. A imagem foi compartilhada num canal de mensagens neste domingo (4).

"A erisipela desenvolvida na perna do meu pai. Foto tirada de poucos dias atrás. Fui informado que nesta fase já estava em processo de recuperação e tudo corre muito bem", escreveu o vereador.

A erisipela se caracteriza por uma mancha vermelha, brilhante, saliente e dolorosa, de acordo com o "Manual MSD de diagnóstico e tratamento". A doença afeta a camada mais externa da pele e os gânglios linfáticos próximos.

A enfermidade é comumente causada pela bactéria streptococcus do grupo A, segundo o "Guia ABX", da Universidade Johns Hopkins, nos EUA. O diagnóstico normalmente é feito por um médico, em uma avaliação no próprio consultório.

O tratamento pode ser feito com penicilina, mas também há casos em que é necessário o uso de outros antibióticos, como a trimetoprima/sulfametoxazol, a clindamicina ou a doxiciclina. Em ocorrências mais graves, existe a opção de vancomicina ou linezolida por via endovenosa.

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