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Ciro Nogueira defende Bolsonaro por choro em evento das Forças Armadas

Ministro da Casa Civil disse que o presidente foi constantemente atacado ao longo dos últimos quatro anos e que reação foi natural

Brasília|Do R7

O presidente Jair Bolsonaro (PL) durante cerimônia de cumprimentos dos oficiais-generais das Forças Armadas
O presidente Jair Bolsonaro (PL) durante cerimônia de cumprimentos dos oficiais-generais das Forças Armadas O presidente Jair Bolsonaro (PL) durante cerimônia de cumprimentos dos oficiais-generais das Forças Armadas

O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, defendeu o presidente Jair Bolsonaro (PL) por ter chorado ao participar da cerimônia de cumprimento aos oficiais-generais das Forças Armadas, que ocorreu nesta segunda-feira (5), no Clube Naval, em Brasília.

"Durante quatro anos, tentaram desumanizar o presidente Jair Bolsonaro. Tentaram retirar o que mais tem: sensibilidade, simplicidade, humildade. Conteve as emoções dentro de si. Livre, agora Bolsonaro pode ser como ele é", escreveu Ciro nas redes sociais.

O evento de que Bolsonaro participou nesta segunda foi o terceiro compromisso público dele desde as eleições. O primeiro ocorreu em Resende, no Rio de Janeiro, em 26 de novembro. Na ocasião, houve uma cerimônia de entrega de espada a aspirantes a oficial do Exército. O segundo ocorreu na última quinta-feira (1º) — uma solenidade de promoção de oficiais-generais do Exército.

Erisipela

Bolsonaro vem retomando os compromissos de agenda após ter enfrentado uma doença na perna, a erisipela. O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) publicou uma foto que mostra a perna do pai com a doença. A imagem foi compartilhada num canal de mensagens neste domingo (4).

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"A erisipela desenvolvida na perna do meu pai. Foto tirada de poucos dias atrás. Fui informado que nesta fase já estava em processo de recuperação e tudo corre muito bem", escreveu o vereador.

A erisipela se caracteriza por uma mancha vermelha, brilhante, saliente e dolorosa, de acordo com o "Manual MSD de diagnóstico e tratamento". A doença afeta a camada mais externa da pele e os gânglios linfáticos próximos.

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A enfermidade é comumente causada pela bactéria streptococcus do grupo A, segundo o "Guia ABX", da Universidade Johns Hopkins, nos EUA. O diagnóstico normalmente é feito por um médico, em uma avaliação no próprio consultório.

O tratamento pode ser feito com penicilina, mas também há casos em que é necessário o uso de outros antibióticos, como a trimetoprima/sulfametoxazol, a clindamicina ou a doxiciclina. Em ocorrências mais graves, existe a opção de vancomicina ou linezolida por via endovenosa.

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