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Congresso deve alterar texto das novas regras fiscais, mas essência será mantida, diz Pacheco

Segundo o presidente do Senado, as eventuais mudanças na proposta não devem atrasar a tramitação do projeto no Congresso

Brasília|Hellen Leite, do R7, em Brasília

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Rodrigo Pacheco durante evento em Londres
Rodrigo Pacheco durante evento em Londres

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou nesta sexta-feira (21) que a proposta das novas regras fiscais enviada pelo Executivo poderá sofrer alterações no Congresso, mas que a essência do projeto deve ser mantida. Segundo ele, as eventuais alterações no texto não devem atrapalhar a tramitação da matéria.

"Aprimoramentos podem ser feitos, mas creio que o governo tem base suficiente para manter a essência e as principais diretrizes do projeto", disse, em evento organizado pelo grupo Lide, em Londres.

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As alterações no texto já são dadas como certas pelos parlamentares, que exigem, entre outros pontos, clareza quanto à contenção de despesas para garantir a meta de superávit de 1% em 2026, conforme já anunciado pelo governo federal.

Pacheco disse que não iria antecipar quais seriam as alterações, mas garantiu que há clima positivo para a discussão e aprovação da proposta que vai substituir o atual teto de gastos.

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Recebemos com otimismo o arcabouço fiscal%2C e o mercado financeiro e o setor produtivo também viram dessa forma. Não quero antecipar quais podem ser as alterações para não gerar especulação sobre um tema tão sensível.

(Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado)

A proposta da nova âncora fiscal foi apresentada pelo governo federal ao Congresso na semana passada. Nessa quinta (20), o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), oficializou que o relator do projeto de lei na Casa será o deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA).

A ideia de Lira é votar o projeto na Câmara na primeira quinzena de maio. O texto segue então para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado antes de chegar na mesa de Pacheco para votação.

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