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Equipamentos de proteção podem salvar a vida de motociclistas

Agosto foi o mês que registrou um aumento significativo em acidentes de trânsito com mortes causados por imprudência de motoristas e motociclistas em Campo Grande. Conforme a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) foi registado cerca de 25 homicídios culposos no trânsito, morte decorrente de ação imprudente, negligente e imperita. O Código […] O post Equipamentos de proteção podem salvar a vida de motociclistas apareceu primeiro em Diário Digital.

Agosto foi o mês que registrou um aumento significativo em acidentes de trânsito com mortes causados por imprudência de motoristas e motociclistas em Campo Grande.

Conforme a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) foi registado cerca de 25 homicídios culposos no trânsito, morte decorrente de ação imprudente, negligente e imperita.

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Acidente com morte de motociclista na Capital (Foto: Divulgação/ Luciano Muta)

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB), prevê pena de 2 a 4 anos para este crime, além de suspensão ou proibição do direito de dirigir. A pena pode ser aumentada se o motorista não possuir habilitação, deixar de prestar socorro e dirigir colocando a vida de outras pessoas em perigo.

Murilo Cavalheiro de 25 anos, proprietário da Race Track, loja especializada em linha de equipamentos de proteção para o motociclista, conta que já sofreu um acidente e por estar usando os equipamentos necessários, evitou graves fraturas. "Eu cai a 224 km por hora no autódromo. Eu estava com um macacão completo, protetores de coluna, bota, luva, capacete. E em um acidente de 224 km por hora eu tive zero faturas, só dores de impactos que realmente não tem como segurar, mas sem nenhuma fratura", conta.

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Murilo Cavalheiro, proprietário da Race Track, loja especializada em linha de equipamentos de proteção para o motociclista (Foto: Luciano Muta)

Murilo oferece toda a linha de equipamentos de proteção para motociclista em sua loja. "Hoje na loja eu ofereço toda a linha de vestuário e proteções ao motociclista, tanto jaquetas, quanto calças e até ênfase em protetores de coluna, luvas com proteções internas na palma, porque em uma queda, a primeira coisa que você põe no chão é a palma da mão. Temos botas com reforço de antitorção, que ajuda a não fraturar o pé", conta.

Além de vender os equipamentos, o empresário alerta sobre a importância de utilizar os equipamentos específicos. "Hoje em dia cresceu muito o público de motociclistas, mas tem muitas pessoas que ainda não têm esse equipamento e muitas pessoas que não sabem a importância desse equipamento de proteção. Então, além de vender, nós explicamos a importância do motociclista utilizar os equipamentos para evitar fraturas e até mesmo, acidentes fatais. Já tivemos clientes que já passaram por situações de presenciarem acidentes com colegas, e virem aqui para comprar os equipamentos. Temos que reforçar a importância desse equipamento de proteção, tanto em quedas na pista, quanto na rua. Teve situações de colegas que sofreram acidentes utilizando os equipamentos de proteção certos na rodovia, que graças a Deus não teve nenhuma fratura", explica.

Gabriel Santana de 32 anos, autônomo, conta que já se acidentou e por conta dos acessórios de proteção não teve ferimentos. "Em 2010, eu estava de moto em Chapadão do Sul, eu havia bebido e acabei caindo de moto. Não me machuquei graças ao capacete, a jaqueta e luvas específicas, se não fosse isso, eu teria me machucado muito", disse.

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Gabriel Santana (Foto: Luciano Muta)

"A gente gasta um valor alto em uma motocicleta às vezes, e queremos economizar na nossa proteção, que inclusive é a mais importante. Os bens materiais são fáceis para consertar, mas uma lesão, uma fratura, você gasta muito mais do que uma própria jaqueta, um capacete, um protetor de coluna e a própria motocicleta", alerta.

Jacinto Ferreira Neto de 34 anos, eletrotécnico, diz que já caiu várias vezes de moto e que em uma dessas quedas, ele não estava usando os acessórios de proteção e teve ferimentos. "Teve uma vez que eu sai de moto da oficina para testar, quando eu entrei na BR, quando eu acelerei, entrou uma caminhonete na frente, ele passou o sinal de pare e eu bati na porta da caminhonete. Eu me machuquei bastante, não quebrei nada, mas machuquei bastante a minha bacia e tive muitos ralados pelo corpo. Eu estava sem os equipamentos de proteção, apenas de capacete. Todos esses ralados e machucados, seriam evitados se eu estivesse com os equipamentos, inclusive a bacia teria sido preservada se eu estivesse de macacão ou calça específica", ressalta.

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Jacinto Ferreira Neto (Foto: Luciano Muta)
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Macacões de proteção (Foto: Luciano Muta)
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Capacetes (Foto: Luciano Muta)
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Bota anti-torção (Foto: Luciano Muta)
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Luvas com proteção (Foto: Luciano Muta)

Para quem deseja conhecer a loja fica localizada na rua Profa. Elisa Silva, 335- Chácara Cachoeira, em Campo Grande. Ou para quem prefere ligar, o número de contato é: (67) 9 9904-1826 e siga a rede social da loja: @racetrackoficial.

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