Diário Digital Motim no presídio de Ponta Porã já dura mais de seis horas

Motim no presídio de Ponta Porã já dura mais de seis horas

Já tem mais de seis horas a negociação para a liberação de um policial penal feito refém por três presos no Presídio Ricardo Brandão, em Ponta Porã (MS). As reivindicações dos detentos são em relação as providências quanto aos contaminados pelo novo coronavírus, que seriam aproximadamente 300 internos com casos positivos. O site Ponta Porã […] O post Motim no presídio de Ponta Porã já dura mais de seis horas apareceu primeiro em Diário Digital.

Já tem mais de seis horas a negociação para a liberação de um policial penal feito refém por três presos no Presídio Ricardo Brandão, em Ponta Porã (MS). As reivindicações dos detentos são em relação as providências quanto aos contaminados pelo novo coronavírus, que seriam aproximadamente 300 internos com casos positivos.

O site Ponta Porã News informou que os presos estariam coordenando uma ação do 'tomada' da penitenciária, além de exigirem a imprensa nacional para que o 'motim' fosse transmitido e, eles acompanhassem pela televisão.

Durante a sexta-feira (1°) as equipes do Departamento de Operações de Fronteira e Polícia Militar foram acionadas e negociaram com os internos. Além disso, uma comissão de advogados representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) estiveram no local e deixaram o presídio sem que uma solução fosse encontrada para a libertação do agente que está em uma cela, onde os presos rebelados ameaçam matá-lo com uma faca.

Os policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar chegaram de Campo Grande (MS), e entraram no presídio. A equipe de negociadores também, para tentar convencer os presos a se entregaram e libertarem o refém. Ainda segundo o site, o acordo feito para a liberação do agente penitenciário que está refém, não pode ser divulgada.

O presidente do Sindicato dos Servidores da Administração Penitenciária de Mato Grosso do Sul (Sinsap) André Santiago, que está no presídio, conversou com o site que há dez dias foi denunciado um plano de fuga dos presos, inclusive encontrado armas que ajudariam na ação criminosa.

Segundo ele, a Secretaria de Segurança Pública já estava ciente e vinha monitorando os detentos. “Havia um plano de fuga e motim na penitenciária, armas foram encontradas, e os presos estavam sendo monitorados”, afirmou. André foi da Capital para a fronteira, afim de acompanhar o caso.

No final da tarde da data, uma viatura do Corpo de Bombeiros chegou no presídio, mas não há informações se há feridos.

(Com informações Ponta Porã News)

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