Polícia fecha mais uma rinha de galo na Capital

Mais um local que funcionava como rinha de galo foi fechado em Campo Grande pela Polícia Militar Ambiental (PMA) neste domingo, 6 de Setembro, em uma residência no Jardim Noroeste. Os policiais resgataram 24 galos de briga e gaiolas. O proprietário, um homem de 48 anos, foi autuado em R$ 12 mil e reponderá processo […] O post Polícia fecha mais uma rinha de galo na Capital apareceu primeiro em Diário Digital.

Mais um local que funcionava como rinha de galo foi fechado em Campo Grande pela Polícia Militar Ambiental (PMA) neste domingo, 6 de Setembro, em uma residência no Jardim Noroeste. Os policiais resgataram 24 galos de briga e gaiolas. O proprietário, um homem de 48 anos, foi autuado em R$ 12 mil e reponderá processo por maus-tratos.

Neste ano, a PMA já fechou várias rinhas na Capital. Em todos os casos, foram encontradas aves feridas. Uma das maiores rinhas foi descoberta no Bairro Nova Lima no mês de Junho. Do local, foram resgatados cerca de 90 galos.

Os policiais chegaram à residência do Jardim Noroeste após denúncias. Uma equipe de fiscais do Imasul acompanhou os trabalhos. Conforme a PMA, o local tinha todas características comuns a rinhas de galo, porém, a atividade não estava acontecendo no momento. Porém, havia indícios de lutas recentes.

No momento da chegada dos policiais e fiscais, um pedreiro de 41 anos identificou-se como proprietário e acompanhou a vistoria. As equipes verificaram que os animais eram mantidos em gaiolas de madeira e algumas extremamente apertadas, com restrição de movimentos, privação de luz solar e circulação aérea inadequada, o que, por si só, caracteriza-se maus-tratos.

Alguns dos animais da espécie galos domésticos da espécie galo-índio (Gallus gallus domesticus) apresentavam diversos ferimentos na crista e peito, bem como todas as aves apresentavam-se mutiladas, com as esporas cortadas. Além disso, havia galos muito feridos, alguns banhados para a retirada do excesso de sangue, devido a luta que acabara de acontecer.

No galo banhado havia ferimentos em seu peito, pescoço, asas e cabeça. Vários outros galos estavam com ferimentos na cabeça, olhos, cortes, devido as lutas. O pedreiro confessou que tinha havido lutas de galos no local antes da chegada dos Policiais e fiscais.

O infrator, residente no local, foi conduzido à delegacia de Polícia Civil na Capital e responderá por crime ambiental de maus-tratos a animais, com pena prevista de três meses a um ano de detenção. Ele também foi autuado administrativamente e foi multado de R$ 12.000,00 contra o infrator.

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