Diário Digital “Saíram como se fossem voltar logo”, diz dona de hotel onde dupla assassinada se hospedou na Capital

“Saíram como se fossem voltar logo”, diz dona de hotel onde dupla assassinada se hospedou na Capital

A 2ª DP (Delegacia de Polícia) de Campo Grande passou a investigar o duplo assassinato de Wanderley Jesus da Silva, de 32, e Francisco Borges da Silva, 54 anos,  mortos a tiros na entrada de uma chácara, na saída para Rochedinho. Os corpos estavam dentro da caminhonete abandonada na noite de sexta-feira (12), na MS-010. […] O post “Saíram como se fossem voltar logo”, diz dona de hotel onde dupla assassinada se hospedou na Capital apareceu primeiro em Diário Digital.

A 2ª DP (Delegacia de Polícia) de Campo Grande passou a investigar o duplo assassinato de Wanderley Jesus da Silva, de 32, e Francisco Borges da Silva, 54 anos,  mortos a tiros na entrada de uma chácara, na saída para Rochedinho. Os corpos estavam dentro da caminhonete abandonada na noite de sexta-feira (12), na MS-010.

Os dois homens seriam moradores do estado de Rondônia e estavam na Capital a trabalho. A proprietária do hotel onde as vítimas se hospedaram, no Bairro Vila Piratininga, procurou a polícia para informar, assim que descobriu sobre o assassinato.

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Wanderley Jesus da Silva, de 32 anos, era de Rondônia e estava em Campo Grande a trabalho (Reprodução/Redes Sociais)

Segundo a mulher, no início de fevereiro, Francisco se hospedou no hotel pela primeira vez. Ele disse que morava em Ariquemes (Rondônia) e que trabalhava como garimpeiro e estava na cidade a negócios para comprar motores.

A mulher que terá a identidade preservada, contou a nossa equipe de reportagem que Francisco passou cerca de uma semana no hotel e foi embora. No dia 26 de fevereiro, ele retornou e, em seguida, Wanderley que foi apresentado como funcionário dele.

Na sexta-feira (12), a mulher os viu pela última vez por volta das 15h. “Os dois saíram de bermuda e chinelo, deixaram TV dos quartos e ar-condicionados ligados. Saíram como se fossem voltar logo. Mas só no outro dia que vi as notícias e reconheci a caminhonete”, conta a dona do hotel.

Marcas dos tiros e sangue das vítimas ficaram na caminhonete que está em delegacia (Foto: Marco Miatelo)

Ela acionou a polícia que revistou os quartos das vítimas e levou os pertences pessoais. Segundo a mulher, nada de ilícito foi encontrado.

O casal que acionou a polícia no local do crime disse que a caminhonete estava ligada, assim como uma das setas e a porta do passageiro aberta. Havia marcas de pneu no asfalto indicando que os dois seguiam sentido Rochedinho.

A caminhonete das vítimas foi apreendida para passar por perícia.

(Fotos: Marco Miatelo)

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