Governador de Minas vira réu por corrupção e lavagem de dinheiro

Por enquanto, Fernando Pimentel (PT) não será afastado do cargo

Fraude teria favorecido empresas entre 2012 e 2014
Fraude teria favorecido empresas entre 2012 e 2014 Reprodução/Facebook

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) aceitou, na tarde desta quarta-feira (6), o pedido de denúncia por corrupção passiva e lavagem de dinheiro contra o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT). A decisão unânime dos 14 ministros com direito de voto torna o político réu no caso.

Mesmo com a decisão, por enquanto, Pimentel não será afastado do cargo. O STJ entendeu que não há elementos que justifiquem tal ato.

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A denúncia partiu da operação Acrônimo, A operação Acrônimo, deflagrada em 2015, investiga um esquema de tráfico de influência para liberação de empréstimos do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento) e um esquema de lavagem de dinheiro em campanhas eleitorais, envolvendo gráficas e agências de comunicação.

Na época dos supostos crimes, Pimentel era ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, do Governo Dilma Rousseff.

Além do governador, se tornaram réus no caso: Eduardo Lucas Silva Serrano, Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, Pedro Augusto de Medeiros e João Carlos Mariz Nogueira. O R7 tenta contato com os envolvidos.

* Pablo Nascimento, estagiário do R7