Cidades Junho Vermelho: Unipê incentiva a doação de sangue

Junho Vermelho: Unipê incentiva a doação de sangue

Criada em 2015 e ampliada pelo Ministério da Saúde para todo o país, a campanha Junho Vermelho incentiva e conscientiza a população sobre a doação de sangue. A criação da campanha nacional se dá, inclusive, pela alusão ao dia 14 de junho, quando é celebrado o Dia Mundial do Doador de Sangue. O ato é […]

Portal Correio
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Criada em 2015 e ampliada pelo Ministério da Saúde para todo o país, a campanha Junho Vermelho incentiva e conscientiza a população sobre a doação de sangue. A criação da campanha nacional se dá, inclusive, pela alusão ao dia 14 de junho, quando é celebrado o Dia Mundial do Doador de Sangue. O ato é considerado uma ação de amor ao próximo: uma única doação pode salvar até quatro vidas. Mas ainda há dúvidas e receios por parte da população sobre como é feito o procedimento.

Pensando nisso, a Dra. Heloísa Estrela, professora de Medicina do Unipê e uma das coordenadoras do curso, explana que o sangue humano não pode ser fabricado artificialmente e reforça: não há perigo ao doar. “É por esse motivo que a doação é extremamente necessária, uma vez que a transfusão, em diversos casos, é a única maneira de salvar uma vida. A pessoa doadora está totalmente segura durante esse processo: é retirada apenas uma pequena quantidade de sangue, 450ml, que é reposta naturalmente pelo corpo em cerca de 24 horas. Não existe risco para o doador, basta ter vontade de exercer esse gesto altruísta e humanitário”, salienta.

Podem doar sangue pessoas entre 16 e 69 anos e que estejam pesando mais de 50 kg. Menores de 18 anos só podem doar com consentimento formal dos responsáveis. Ainda, é preciso apresentar documento oficial com foto. Pessoas com febre, gripe ou resfriado, diarreia recente, grávidas e mulheres no pós-parto não podem doar temporariamente. No site do Ministério da Saúde é possível verificar os requisitos completos para a doação.

Hoje, com a pandemia pela Covid-19, a situação dos bancos de sangue se agravou: o Ministério estima uma queda de 15% a 20% nas doações de 2020, chegando a níveis críticos em 2021 – e a preocupação com os estoques já era algo comum em todo o Brasil. Por isso, o Unipê tem realizado ações junto à comunidade acadêmica sobre a importância dessa prática de solidariedade.

Projeto Educação pela Saúde

Uma delas é a integração no projeto “Educação pela Saúde”. Trata-se de uma mobilização interinstitucional promovida por 14 Instituições de Ensino Superior (IES) de todo o estado em parceria com o Hemocentro da Paraíba para orientar, estimular e promover ações para ampliar a quantidade de doadores e reforçar, assim, os estoques de sangue no estado. É a educação da Paraíba se unindo em favor da vida.

As Instituição participantes realizam atividades conjuntas para estimular a doação de sangue. No Dia D para a doação, 14 de junho, as IES mobilizarão seus colaboradores e estudantes a irem até o Hemocentro para doarem sangue – o espaço não está indo aos locais devido à pandemia.

“Nós, do Unipê, ficamos honrados por ter sido convidados para integrar um grupo com diferentes IES paraibanas para apoiar o Hemocentro neste mês tão significativo para o universo que engloba a doação de sangue. E considerando o período pandêmico, reunir forças com as várias instituições de educação em ações coletivas pode ter um impacto maior na população. Acreditamos que é somando essas forças que podemos sensibilizar as pessoas para esse ato que ajuda a salvar inúmeras vidas”, conta a reitora do Unipê, Profa. Dra. Mariana de Brito.

A Paraíba possui hemonúcleos espalhados nos municípios de Guarabira, Patos, Sousa, Cajazeiras, Piancó, Itaporanga e Catolé do Rocha, além de Hemocentros em João Pessoa e Campina Grande. Em João Pessoa, ele está localizado na avenida Dom Pedro II, nº 1119, Centro.

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