Portal Correio Pequenos negócios geram, em julho, mais de 2,1 mil vagas de trabalho na Paraíba, aponta Sebrae

Pequenos negócios geram, em julho, mais de 2,1 mil vagas de trabalho na Paraíba, aponta Sebrae

As micro e pequenas empresas paraibanas geraram, em julho deste ano, um saldo de 2.123 vagas de trabalho formais. Conforme análise feita pelo Sebrae Paraíba, com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, pelo 13º mês consecutivo as MPEs registram saldo positivo na geração de empregos no […]

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Foto: Imagem ilustrativa/Marcos Santos/USP Imagens

As micro e pequenas empresas paraibanas geraram, em julho deste ano, um saldo de 2.123 vagas de trabalho formais. Conforme análise feita pelo Sebrae Paraíba, com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, pelo 13º mês consecutivo as MPEs registram saldo positivo na geração de empregos no estado.

Além disso, de acordo com os dados do levantamento do Sebrae Paraíba, o saldo de empregos com carteira assinada gerado pelos pequenos negócios no estado é superior ao gerado pelas médias e grandes empresas. Em julho deste ano, as MGE registraram 957 postos de trabalho criados, enquanto a Administração Pública fechou, no mesmo período, quatro vagas de emprego formal.

Considerando o acumulado do ano (janeiro a julho de 2021), os pequenos negócios geraram 15.668 postos de trabalho, enquanto as MGE, por sua vez, fecharam 5.374 vagas de emprego formal. A capital paraibana lidera a geração de empregos formais no âmbito dos pequenos negócios, com 980 vagas. Em seguida, aparecem os municípios de Campina Grande (332), Mamanguape (148), Patos (143) e Tavares (110).

Em relação às atividades econômicas, o levantamento do Sebrae aponta que, em julho deste ano, o setor de serviços foi o responsável por puxar a geração de empregos formais nos pequenos negócios do estado, com 936 vagas. Na sequência, estão os setores do comércio, com 608 vagas; construção civil, com 375 postos de trabalho; agropecuária, com 138 empregos gerados; indústria da transformação, com 59 vagas; e extrativa mineral, com seis postos de trabalho.

Segundo avaliou a gerente da Unidade de Gestão Estratégica e Monitoramento do Sebrae Paraíba, Ivani Costa, o estoque paraibano de vagas celetistas em julho aponta uma ainda tímida recuperação da fotografia do emprego aos patamares anteriores ao período da pandemia da Covid-19.

“No entanto, novas vagas sendo ocupadas na construção civil e nas atividades econômicas ligadas ao setor de alimentação e à saúde demonstram uma confiança do empregador nesse primeiro ensaio de retomada das operações”, enfatizou.

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