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Milhares deixam Flórida por aproximação da tempestade Alberto

Tempestade com ventos de 105 km/h deve chegar aos territórios da Costa do Golfo dos EUA na tarde ou na noite desta segunda-feira (28)

Internacional|Do R7

Autoridades emitiram ordens de retiradas
Autoridades emitiram ordens de retiradas Autoridades emitiram ordens de retiradas

A tempestade subtropical Alberto deve levar chuvas torrenciais à Flórida quando chegar ao território norte-americano nesta segunda-feira (28), um dia depois de outra tempestade provocar uma enchente que invadiu uma cidade histórica de Maryland e carregar um homem que tentava ajudar a resgatar pessoas, disseram autoridades.

Meteorologistas disseram que a tempestade Alberto pode ameaçar vidas causando inundações em Estados do litoral sul dos Estados Unidos quando atingir uma área que vai do Mississippi ao oeste da Geórgia com até 30 centímetros de chuva e possíveis tornados.

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"A tempestade Alberto tem ventos máximos sustentados de 105 km/h, o que é cerca de 16 km/h menos do que um furacão. Esta com certeza é uma tempestade perigosa", disse David Roth, meteorologista do Centro de Previsões Meteorológicas do Serviço Nacional do Clima dos EUA de College Park, em Maryland.

As autoridades dos condados de Franklin e Taylor, na Flórida, emitiram ordens de retirada obrigatória para milhares de moradores do litoral. Flórida, Alabama e Mississippi se encontram em estado de emergência.

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A tempestade estava cerca de 177 quilômetros ao sul de Destin, na Flórida, na costa do Golfo do México às 8h locais e rumava para o norte a cerca de 10 km/h, informou o Serviço Nacional de Furacões dos EUA.

A Alberto, a primeira tempestade do Atlântico a ser batizada em 2018, deve chegar aos territórios da Costa do Golfo dos EUA na tarde ou na noite desta segunda-feira, disse o centro. A tempestade se formou dias antes do início formal da temporada de furacões, que começa em 1º de junho.

No ano passado furacões mortais causaram centenas de bilhões de dólares de prejuízos, grandes blecautes e devastação em centenas de milhares de estruturas nos EUA e no Caribe.

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