Rio de Janeiro ISP aponta queda de 9% em mortes violentas no Estado do RJ

ISP aponta queda de 9% em mortes violentas no Estado do RJ

De janeiro a outubro deste ano, a apreensão de fuzis teve aumento de 27% em comparação com o mesmo período de 2021

  • Rio de Janeiro | Agência Brasil

Mortes violentas registraram uma queda de 9% no Rio

Mortes violentas registraram uma queda de 9% no Rio

Agência Brasil

Os dados do ISP (Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro) apontam que a letalidade violenta (roubo seguido de morte, homicídio doloso, morte por intervenção de agente do estado e lesão corporal seguida de morte) registrou queda de 9% e o homicídio doloso (quando há intenção de matar), redução de 8%.

Os números foram divulgados nesta quinta-feira (24), com análise do período de janeiro a outubro deste ano. Esses foram os menores valores para o acumulado do ano nos dois indicadores nos últimos 31 anos. O crime de latrocínio (roubo seguido de morte) registrou 39 vítimas a menos no período.

Nos primeiros dez meses deste ano, as forças de segurança do estado retiraram 390 fuzis das mãos de criminosos, cerca de uma arma por dia. O número é 27% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. 

Para o governador Cláudio Castro, retirar essas armas de guerra das mãos dos criminosos é prioridade das forças de segurança. "Esses fuzis tiram a vida dos moradores inocentes e dos nossos policiais, que trabalham dia e noite para proteger a população. É nesse terreno que nossos policiais civis e militares atuam”, avaliou.

As mortes por intervenção de agente do estado caíram 9% no acumulado do ano. Foram 1.111 mortes nos primeiros dez meses do ano de 2022 e 101 em outubro — o menor valor para o mês desde 2017.

O roubo de carga registrou um aumento de 23% em relação a outubro de 2021. Outro dado que aumentou muito em relação a outubro do ano passado foi o roubo de veículo, com 30% a mais.

“A divulgação frequente desses dados é essencial para a gestão da segurança pública. Com essas informações, os policiais civis e militares conseguem alocar seus recursos de maneira mais eficaz para combater o crime no estado”, explicou a diretora-presidente do ISP, Marcela Ortiz.

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