Rio de Janeiro Rio: Suspeito de envolvimento em atentado contra ex-PM é preso

Rio: Suspeito de envolvimento em atentado contra ex-PM é preso

Segundo a polícia, homem participou de ataque a tiros que deixou dois feridos na avenida das Américas no último sábado (30)

  • Rio de Janeiro | Mariene Lino, do R7*

A Polícia Civil prendeu nesta quinta-feira (4) um suspeito de participação em um ataque a tiros que deixou dois ocupantes de um veículo feridos na avenida das Américas, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio. O homem foi detido no bairro de Paciência, na mesma região, em cumprimento a um mandado de prisão temporária.

Atentado ocorreu no último sábado (30)

Atentado ocorreu no último sábado (30)

Reprodução

O caso aconteceu no último sábado (30). No veículo blindado, estavam o ex-policial militar Adriano Maciel de Souza, conhecido como Chuca, e o segurança dele, Archimedes Rodrigues da Costa Filho. Eles foram atingidos por pelo menos 25 disparos, de acordo com a polícia.

Leia também: RJ: Polícia prende homens suspeitos de venda de raspadinhas falsas

As vítimas foram levadas pelos bombeiros para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, também na Barra.

Adriano chegou a ficar internado em estado grave após cirurgia, mas segundo a SMS (Secretaria Municipal de Saúde), foi transferido para uma unidade particular.

Não há informações sobre o estado de saúde do segurança, que também foi transferido para um hospital da rede privada.

Segundo os agentes, homens armados esperaram as vítimas saírem de um condomínio e atiraram. O carro do ex-PM seguiu por alguns metros e ficou parado no acostamento da via.

A investigação do crime está a cargo da DHC (Delegacia de Homicídios da Capital). A polícia afirmou que a principal linha de investigação aponta para o envolvimento da milícia na tentativa de homicídio.

Leia também: Polícia prende “homem de confiança” do miliciano Ecko no Rio

De acordo com informações da Record TV Rio, Adriano Maciel de Souza foi absolvido da acusação de envolvimento na Chacina de Vigário Geral, em agosto de 1993. O júri entendeu que não havia provas suficientes contra ele.

*Estagiária do R7, sob supervisão de Bruna Oliveira

Últimas