Dono da Havan afirma que fogo em estátua foi ato de 'terrorismo'

Luciano Hang fez transmissão pelo Facebook, criticou a esquerda e pediu apuração de incêndio ocorrido na madrugada desta terça no interior de SP

Fogo em estátua da Havan

Fogo em estátua da Havan

Reprodução

O empresário Luciano Hang, dono da rede Havan, afirmou nesta terça-feira (31) que a empresa foi vítima de terrorismo após a réplica da Estátua da Liberdade situada em frente à loja de São Carlos, no interior de São Paulo, ser atingida por fogo na madrugada desta terça-feira (31).

Segundo o empresário, tratou-se de um ato de vandalismo e terrorismo não apenas em relação à loja, mas "à democracia brasileira", já que ele reputa o ato a opositores políticos.

Hang ganhou destaque nas eleições de 2018 ao se tornar um dos principais apoiadores do então candidato Jair Bolsonaro e crítico ferrenho das correntes de esquerda do país.

Por meio de uma transmissão live no Facebook com duração de cerca de 28 minutos, Hang proferiu nesta terça novas críticas à esquerda, pediu investigação do incêndio e ainda mostrou comentários de internautas que pediam que a loja também fosse queimada.

“O ataque terrorista feito em São Carlos é contra os 210 milhões de brasileiros. Foi um ataque contra a democracia, contra a liberdade”, disse.

O empresário fez alusão aos ataques de grupos de esquerda durante a ditadura militar. “Lá atrás, os terroristas que queriam tomar conta do nosso Brasil sequestraram, roubavam cargas, explodiam aeroportos. Depois veio o governo militar e colocou ordem nesse país”, diz.

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Segundo Hang, a nova mudança na política brasileira é “difícil de engolir” para determinados grupos. “Usam de faca, matam pessoas, e colocam fogo na Estátua da Liberdade, que é nosso símbolo”, diz.