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Pelo menos uma pessoa morre nos confrontos entre islamitas e opositores no Egito

Seguidores da Irmandade Muçulmana e os aliados do presidente saíram hoje em massa às ruas do país para defender a legitimidade do presidente

Internacional|Do R7

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Os manifestantes contrários ao presidente Mursi voltaram às ruas do Cairo para pedir a saída do líder
Os manifestantes contrários ao presidente Mursi voltaram às ruas do Cairo para pedir a saída do líder

Pelo menos uma pessoa morreu nesta terça-feira (2) nos confrontos registrados entre partidários e opositores do presidente egípcio, Mohammed Mursi, em distintas áreas do país.

A televisão estatal informou que, além da morte, outras 15 pessoas ficaram feridas em enfrentamentos registrados na praça de Kit Kat, no popular bairro de Imbaba, no Cairo.

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Fontes de segurança explicaram à Agência Efe que nessa praça, localizada na margem oeste do rio Nilo, uma passeata de opositores foi atacada por seguidores do presidente, o que provocou uma batalha campal na qual foram utilizadas armas brancas, bastões e pedras.

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Choques similares ocorreram na avenida Faiçal, no oeste do Cairo, onde várias lojas e veículos ficaram danificados. A agência estatal de notícias "Mena" declarou que pelo menos 21 pessoas ficaram feridas em confrontos entre islamitas e opositores na cidade mediterrânea de Alexandria, enquanto houve dezenas de feridos nas localidades de Kafr al Dauar e Kafr el Sheikh, no delta do Nilo.

Na cidade de Lardo, ao norte do Cairo, os opositores invadiram uma sede do partido Liberdade e Justiça (da Irmandade Muçulmana) após enfrentar partidários de Mursi.

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Seguidores da Irmandade Muçulmana e os aliados islamitas do presidente saíram hoje em massa às ruas do país para defender a legitimidade do presidente, depois que as Forças Armadas deram ontem um ultimato de 48 horas para que os grupos políticos resolvam a crise.

Além disso, os opositores voltaram a protagonizar grandes manifestações na capital e outras áreas do país para exigir a renúncia do presidente egípcio e a convocação de eleições antecipadas.

O mufti do Egito, a máxima autoridade religiosa muçulmana do país, xeque Shauki Ibrahim Abdel Karim, pediu hoje a colaboração dos cidadãos e das forças de segurança para garantir o desenvolvimento pacífico das manifestações.

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