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Após pelo menos 17 casos de ataques de morcego, Secretaria de Saúde afirma que não há motivo para pânico

Além dos casos em Santo Antônio, o Hospital Couto Maia atendeu a 31 pacientes

Bahia|Do R7

No caso de qualquer mordida por animal silvestre, se recomenda fazer todo o tratamento profilático
No caso de qualquer mordida por animal silvestre, se recomenda fazer todo o tratamento profilático No caso de qualquer mordida por animal silvestre, se recomenda fazer todo o tratamento profilático

Depois de Salvador registrar de março até início deste mês pelo menos 17 casos de ataques de morcegos a moradores do Santo Antônio Além do Carmo, o Centro de Controle de Zoonoses de Salvador (CCZ) vem desenvolvendo ações educativas na região, fazendo levantamento de possíveis abrigos dos animais. O chefe do Setor de Vigilância Contra a Raiva do CCZ, Aroldo Carneiro, afirmou que não é uma situação de pânico.

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A ação mais consistente vai ter início na próxima terça-feira (16), quando os moradores da região receberão a visita de 30 agentes de endemias para visitação em todos os domicílios. Esses agentes irão fazer reforço de vacinação antirrábica em cães e gatos domésticos, além de identificar eventuais vítimas expostas a algum tipo de infecção e que ainda não tenham procurado um serviço médico para tratamento. A ação terá início às 8h.

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Além dos casos em Santo Antônio, o Hospital Couto Maia atendeu a 31 pacientes vítimas da mesma ocorrência de outros bairros da cidade, também no período de março até agora. A maior parte dos ataques de morcegos ocorreu no Centro Histórico porque existem alguns fatores que predispõem o abrigo dos animais: os casarões abandonados, escuros, silenciosos e sem movimentação.

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No caso de qualquer mordida por animal silvestre, se recomenda fazer todo o tratamento profilático. A primeira orientação é que a pessoa que foi mordida deve lavar o local com água e sabão e procurar um posto de saúde. A raiva é uma zoonose com alta letalidade, que provoca a morte. A pessoa mordida precisa receber a profilaxia para receber uma imunidade e não desenvolver infecção.

O paciente deve receber uma dose de soro junto com a vacina, e mais três outras em dias informados no cartão de vacinação. Todo o tratamento costuma durar cerca de 30 dias. A Prefeitura dispõe de três unidades referenciadas para esse tipo de atendimento: o posto Alfredo Bureau, na rua Brasília, no Imbuí; a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Hélio Machado, na rua da Cacimba, em Itapuã; e UPA Rodrigo Argolo, na rua Pernambuco, em Tancredo Neves. Além desses lugares, o tratamento ocorre em uma unidade de saúde da Ufba (Universidade Federal da Bahia) e no Hospital Couto Maia.

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