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Campanha coleta material genético de famílias de desaparecidos

A coleta será feita em 180 pontos espalhados pelo país, em parceria com as secretarias de Segurança

Brasil|Do R7

Familiares de primeiro grau dos desaparecidos poderão doar amostras
Familiares de primeiro grau dos desaparecidos poderão doar amostras Familiares de primeiro grau dos desaparecidos poderão doar amostras

O Ministério da Justiça e Segurança Pública começa nesta segunda-feira (14) a Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas, que vai até sexta-feira (18), com 180 pontos de coleta de material genético em todos os estados.

As amostras vão integrar a RIBPG (Rede Integrada de Bancos Perfis Genéticos) e serão utilizadas para solucionar casos de pessoas desaparecidas no país. Mesmo com cerca de 80 mil desaparecidos por ano, o banco de perfis genéticos do ministério tem menos de 3 mil amostras.

Familiares de primeiro grau - pai, mãe, filhos e irmãos - de uma pessoa desaparecida poderão se apresentar nos pontos de coleta para doar algum tipo de amostra genética. Objetos de uso pessoal do desaparecido, como escova de dentes, pente, aparelho de barbear, aliança, entre outros, também serão aceitos para possíveis extrações do DNA da pessoa desaparecida.

Mais informações e os endereços de locais de coleta podem ser consultados no site do ministério.

Em São Paulo, a Divisão de Localização Familiar e Desaparecidos da prefeitura, que atua no atendimento de pessoas que buscam por familiares e amigos desaparecidos, encontrou 221 pessoas no primeiro trimestre de 2021. Em 2020, o serviço municipal chegou a encontrar 579 pessoas. Os dados são da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC). 

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