Brasil Datena anuncia que está fora das eleições de SP, mas fala em 2022

Datena anuncia que está fora das eleições de SP, mas fala em 2022

O apresentador era cotado como possível candidato a vice na chapa à reeleição do prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB)

  • Brasil | Do R7

O apresentador já fala em 2022

O apresentador já fala em 2022

Divulgação

O jornalista José Luiz Datena está oficialmente fora das eleições municipais de 2020. O apresentador iniciou, às 16 horas desta terça-feira (11), o programa "Brasil Urgente", na Band TV, o que o impede legalmente de estar nas urnas em novembro.

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Ele era cotado como possível candidato a vice na chapa à reeleição do prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), e, pela manhã, não havia apresentado o programa "Manhã Bandeirantes", da Rádio Bandeirantes, sendo substituído pelo colega Agostinho Teixeira.

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O novo calendário eleitoral aprovado pelo Congresso veta que pré-candidatos ancorem programas de rádio e televisão a partir desta terça-feira. Datena, no entanto, disse que será candidato em 2022.

"Resolvi fazer o que a Band pediu para eu fazer. Eu ia sair, mas neste momento de pandemia a Band precisa de seus apresentadores mais experientes", afirmou o jornalista no início do programa.

Ele disse que gostaria de ter ajudado Bruno Covas, mas confirmou que o MDB, partido o qual é filiado, chegou a oferecer a cabeça de chapa para a disputa à Prefeitura de São Paulo. "Na próxima eleição, eu vou deixar a televisão e vou me candidatar", revelou o comunicador. "Eu vou estar frente a frente com esses caras. Só no campo deles você pode fazer alguma coisa".

De acordo com Datena, o MDB deseja que ele seja candidato ao governo do Estado em 2022. O jornalista, no entanto, prefere disputar o Senado e acredita na reeleição Covas neste ano. Datena tem um histórico de desistir de eleições depois de fortes acenos com o mundo político. Em 2016, o apresentador, então filiado ao Progressistas, abriu mão da candidatura à Prefeitura de São Paulo. Em 2018, no DEM, declinou de concorrer ao Senado.

fonte: Estadão Conteudo

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