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Barroso lamenta morte na cadeia de réu dos atos do 8 de Janeiro

Homem morreu em decorrência de mal súbito durante um banho de sol na penitenciária da Papuda, no Distrito Federal

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em Brasília

Presidente do STF lamentou morte de réu do 8/1
Presidente do STF lamentou morte de réu do 8/1 Presidente do STF lamentou morte de réu do 8/1

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, lamentou nesta quarta-feira (22) a morte de Cleriston Pereira da Cunha, um dos presos provisórios por suspeita de participação nos atos extremistas do 8 de Janeiro. O homem morreu em decorrência de mal súbito na penitenciária da Papuda, no Distrito Federal.

"Toda perda de vida humana, ainda mais quando se encontre sob custódia do Estado brasileiro, deve ser lamentada com sentimento sincero. O ministro Alexandre de Moraes já determinou a apuração das circunstâncias em que se deu a morte de um cidadão brasileiro nas dependências da Papuda, ao que tudo indica por causas naturais", disse.

O ministro afirmou ainda que estatísticas revelam que morrem quatro pessoas por dia em presídios brasileiros, geralmente de causas naturais.

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"Que, todavia, podem ser agravadas pelas condições carcerárias. Aliás, para enfrentar tais condições, o STF declarou o estado de coisas inconstitucional no sistema carcerário e a elaboração de plano para melhorias de suas condições. Não é o Judiciário que administra o sistema penitenciário. Seja como for, manifesto, em nome do Tribunal, solidariedade à família do cidadão brasileiro que faleceu no presídio da Papuda no dia 20 de novembro de 2023", afirmou. 

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O ministro Alexandre de Moraes requisitou informações detalhadas da morte no dia em que aconteceu, além de cópia do prontuário e relatório médico dos atendimentos recebidos pelo interno durante a custódia.

Cunha tinha 46 anos, morava no DF e estava preso preventivamente desde 8 de janeiro. A Polícia Civil do DF afirma que já houve perícia no local.

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